
Fotografia: Steim
Recebi uns trechos desse post por e-mail e adicionei algumas experiências pessoais; publiquei aqui em 2008. De lá pra cá, parece que pouca coisa mudou, olha só e ria (para não chorar):
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Um sujeito comprou uma geladeira nova e pra se livrar da velha, colocou-a em frente à casa com o aviso: “De graça. Se quiser, pode levar“. A geladeira ficou três dias, sem receber um olhar dos passantes. Ele chegou à conclusão que as pessoas não acreditavam na oferta. Parecia bom demais pra ser verdade, e ele mudou o aviso: “Geladeira à venda por R$ 50,00“. No dia seguinte, ela tinha sido roubada. O pessoal que levou a geladeira vota.
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Olhando uma casa para alugar, meu irmão perguntou à corretora de imóveis de que lado era o Norte, porque não queria que o sol o acordasse todas as manhãs. A corretora perguntou: “O sol nasce no norte?” Quando meu irmão explicou que o sol nasce no Leste (aliás, há um bom tempo isso acontece) ela disse: “Eu não me mantenho atualizada a respeito desse tipo de coisa“. Ela também vota.
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Antigamente, eu trabalhava em suporte técnico num centro de atendimento a clientes em Manaus. Um dia, recebi um telefonema de um sujeito que perguntou em que horário o centro de atendimento estava aberto. Eu disse a ele: “O número que o senhor discou está disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana.” Ele perguntou: “Pelo horário de Brasília ou pelo horário de Manaus?” Pra acabar logo com o assunto, respondi: “Horário de Manaus“. Ele vota.
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Meu colega e eu estávamos almoçando no restaurante self-service da empresa, quando ouvimos uma das assistentes administrativas falando a respeito das queimaduras de sol que ela havia tido, ao ir de carro ao litoral. Estava num conversível, por isso, “não pensou que ficaria queimada, pois o carro estava em movimento“. Ela também vota.
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Minha cunhada tem uma ferramenta salva-vidas no carro, projetada para cortar o cinto de segurança, se ela ficar presa nele. Ela guarda a ferramenta no porta-malas! Minha cunhada também vota.
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Meus amigos e eu fomos comprar cerveja para uma festa e notamos que os engradados tinham desconto de 10%. Como era uma festa grande, compramos 2 engradados. O caixa multiplicou 10% por 2 e nos deu um desconto de 20%. Ele também vota.
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Eu não conseguia achar minhas malas na área de bagagens do aeroporto. Fui, então, até o setor de bagagem extraviada e disse à mulher que minhas malas não tinham aparecido. Ela sorriu e me disse para não me preocupar, porque ela era uma profissional treinada e eu estava em boas mãos. “Apenas me informe… o seu avião já chegou?” Ela também vota.
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Esperando ser atendido numa pizzaria observei um homem pedindo uma pizza para viagem. Ele estava sozinho e o pizzaiolo perguntou se ele preferia que a pizza fosse cortada em 4 pedaços ou em 6. Ele pensou algum tempo, antes de responder: “Corte em 4 pedaços; acho que não estou com fome suficiente para comer 6 pedaços.” Isso mesmo, ele também vota.
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Num curso sobre projetos, uma das equipes encontrou um resultado diferente do professor. Mesmo depois dele ter demonstrado matematicamente a resposta correta, uma das pessoas do grupo disse que isso não queria dizer nada, pois “cada um tem a sua lógica“. Essa pessoa vota.
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Fui cumprimentar um colega pelo seu aniversário e comentei que era muito bom a data ter caído num sábado. Pois ele retrucou que era uma pessoa de muita sorte, pois todo ano o aniversário dele caía em um sábado. Sim, ele vota.
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Estava olhando um carro para comprar, mas não tinha nenhum modelo na loja. O vendedor me disse bem sério: “Esse carro está dando o maior problema”. Assustada, perguntei por que. Ele disse: “é que todo mundo quer comprar e não tem para vender“. É, ele não só vota como também vende.
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Fui olhar uma moto (ó, azar, também não tinha nenhum modelo na loja) e o vendedor disse com um ar grave: “Não sei se vocês sabem, mas essa moto está em extinção”. Como o modelo acabara de ser lançado, perguntei, como assim? Ele esclareceu: “É que a moto é muito boa e a polícia de São Paulo encomendou 700 unidades. Então a produção vai ficar dedicada e só vai ter moto em loja de novo daqui a uns 3 meses”. Ahhh….. claro que ele vota.
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Numa reunião de condomínio, foram apresentadas cotações para uma reforma. Uma das condôminas disse que era contra esse tipo de pesquisa porque ela “não acredita nesse negócio de cotação“. Ela vota. E não só no condomínio.
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Um dia estava numa loja e estava interessado num produto de R$90,00. Perguntei se tinha desconto à vista e a vendedora falou que tinha sim, de 10%. Soltei um HUMM.. e fiquei calado pois estava pensando se comprava ou não, e vi que ela pegou um calculadora e após alguns segundos disse: “Com desconto vai sair R$9,00 mais barato, vai ficar R$81,00″. CRARO, ela vota… (Contribuição do Michel Téo Sin)
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Isso explica muita coisa, né?