Livros sobre design thinking

Fotografia: Thomas Allen

O povo anda pedindo tanto que resolvi dar uma organizada na informação e listar aqui algumas referências sobre design thinking que podem ser úteis para quem está estudando o negócio.

Primeiro os livros que li, gostei e recomendo muito. Alguns não falam explicitamente de design thinking, mas ajudam a pensar a respeito. Os que têm links são os que já resenhei e publiquei aqui:

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Esses aqui eu ainda não li, mas estão na minha lista de espera porque me foram muito bem recomendados:

  • BLANK, Steven G. The four steps to the Epiphany – Successful strategies for products that win, 3. Edição, 2007.
  • GRAY, D.,BROWN, S., MACANUFO, J. Game Storming: A playbook for innovators, rulebreakers and changemakers. O’Reilley Media Inc., 2010
  • HEATH, Chip e HEATH, Dan. Ideias que colam. Por que algumas ideias pegam e outras não. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
  • ROAM, Dan. The back of the napkin: solving problems and selling ideias with pictures. London: Penguin Group, 2009.
  • SIMONTON, Dean K. A origem do gênio. Perspectivas Darwinianas sobre a criatividade. Rio de Janeiro: Record, 2002.

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Provavelmente me esqueci de alguma coisa e quem tiver mais livros bacanas para recomendar, por favor, indique nos comentários. Bora pensar design thinking todo mundo junto!

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12 comentários em “Livros sobre design thinking”

  1. Muito bom!

    Adicionaria a lista:
    . This is Service Design Thinking (Marc Stickdorn e Jakob Schneider)
    . The Brand Gap (Marty Neumeier)
    . A Empresa Orientada pelo Design (Marty Neumeier)

    1. Boa, Alexandre!
      Já vou inserir o The Brand Gap (e o Brand Sense também, boa lembrança). O “A empresa orientada pelo Design” eu tenho, mas não encontrei na estante (aí não dá para colocar as referências). E o “This is Service Design Thinking” eu ainda não tenho, vou colocar na minha lista de desejos…ehehe
      Obrigada e um abração!

  2. Oi amiga.
    Acho sinceramente como designer que é pretencioso da nossa parte achar que temos um pensamento diferente o u mais iluminado para resolver problemas.
    O que agora alguns chamam de design thinking, nao é mais que mecanismos para facilitar os processos mentais com o apoio da mao, pintando, cortando, riscando e especialmente compartilhando e gerando um ambiente criativo.
    Tem um livro maravilhoso ao respeito chamado Pensamento Lateral, que já tem algums anos nao lembro o autor, pelo menos 10 anos antes de falar da coisa.
    Designers agradecemos aos gringos ao pessoal da IDEO que inventou este termo, pois naos faz sentir mais chiques, embora duvido que seja patrimonio do design
    Eu prefiro chamar design participativo.

    1. Concordo plenamente, Jorge! Inclusive, se você reparar, a maioria esmagadora dos livros não foi escrito por designers, mas por neurocientistas, economistas sociais, filósofos, matemáticos, físicos, enfim, todo o tipo de profissionais.

      E boa lembrança: vou incluir o “Pensamento Lateral”, do Edward de Bono na lista (é ótimo mesmo).

      Beijocas e saudades :)

  3. Realmente, esses termos são mais para o pessoal ficar se achando, as ferramentas que já existiam para designers precisavam apenas ser integradas, essa integração foi feita por muitos, mas nada documentado com um novo nome, ou como se essa integração fosse uma revolução, aí aparece alguém e coloca o glorioso nome de Design Thinking e começam os blá blá blás. A inovação já existia, o design thinking talvez está fazendo as pessoas que não conseguiam relacionar coisas do cotidiano terem ideias mais inovadoras, “apenas” isso.

  4. Independente da nomenclatura… o interessante é que estamos ganhando credibilidade no meio dos gestores… e apesar dos “blá blá blás” eles tem uma visão totalmente diferenciada da proposta pelo Design Thinking.

    Trabalho em uma multinacional, no setor de Design Intelligence e vejo o Mind Set do Design Thinking acontecendo, ao vivo e a cores…

  5. Considero muito importante ter um designer na família para que possamos ver de perto o alcance dessa profissão e o quanto precisam estudar e serem criativas tais pessoas.Achei linda a carta de Jorge Montana ao dizer que não pode “se achar mais” do que profissionais de outras áreas. Lindo se considerar tão igualmente importante como os talentos em qualquer área. Entretanto há algo que acho muito especial na carreira de um designer que é a Semiótica. Na minha intuição essa ciência crescerá muito em importância, cada vez mais. O designer, assim como outras determinadas profissões, só consegue se estabelecer em sociedades mais desenvolvidas porque não é como um personal, um psicólogo que contratamos individualmente pra cuidar apenas do nosso problema. Além do que adentrar a Semiótica é só pra quem tem uma capacidade excelente de cuca para encarar. Desculpem, é só a opinião de uma consumidora que acha hilária a forma que o “tio” daquele mercadinho encontrou para aumentar as vendas do sabonete íntimo. Fatima/Laguna/SC

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