Arquivo de ‘arte’

22 fev

Nossa, já fui tantas vezes ao Mauer Park que até perdi a conta. Cada vez que recebo visitas, faço questão de levá-las lá. Já fiz até um vídeo sobre o lugar (veja aqui), e não me canso de olhar a paisagem, que muda o tempo todo.

A parte obrigatória, além do mercado de pulgas, é o pedaço do Muro de Berlin que restou (por isso o parque tem esse nome: Mauer é muro em alemão). Os artistas locais vivem pintando e repintando o paredão; cada vez que vou lá está diferente.

Pois só agora, depois de tanto apreciar esse pedaço de história, olhei melhor e vi que as camadas de tinta descascadas e sobrepostas criam um efeito incrível. Há que se ter olhos para ver esses detalhes, mas não tem como se encantar.

Vem comigo viajar na batatinha (no caso, klein Kartoffel…eheheheh)

Nossa, minha cabeça está borbulhando de ideias sobre o que fazer com essas imagens (sim, já pensei num painel, numa composição, em ilustrações, enfim, nem vou conseguir dormir — por favor, não me mandem mais nenhuma…eheheh).

Que ver todas? Clique aqui e vá no Flickr!

9 fev

A queridíssima Renata Rubim está agora em Munique fazendo o quê? Adivinhem! Representando o Brasil no iF Product Design Awards, um dos prêmios mundiais mais importantes da área. O Brasil teve 18 premiados e a Renata, gulosa como só ela, ficou com 2!!

Mas olha se não é mesmo para ter orgulho; seguem os dois projetos vencendores.

Catavento é o nome que minha amiga deu para um revestimento ondulado feito de placas de cimento. Ele é fabricado em várias cores e já é campeão de vendas. Também, lindo desse jeito….

Mas o meu preferido é esse piso aqui, olha que luxo: ele tem o mesmo formato da praça central de Praga e por isso ele leva o nome da capital da República Tcheca. A Renata ainda descobriu que essa incrível geometria que permite várias possibilidades de encaixe vem da idade média. Não é sensacional? Ainda pode-se optar em usar ou não rejuntes, para que a água possa escoar; está disponível em 13 cores.

Pena que não deu para a Renata passar aqui em Berlin, a gente iria se divertir muito. Mas não faz mal, ano que vem ela vai ganhar de novo e aí a gente senta para tomar um café….rsrsrsrsr…

5 fev

Bom, com esse inverno literalmente siberiano, os canos da cozinha continuam congelados e sem perspectiva de ressuscitarem na próxima semana (previsão -20 ºC). A solução é lavar roupa na lavandeira.

Pois é, gente, por incrível que possa parecer, é possível se divertir lavando roupa; olha só que efeitos bacanas consegui só com o telefone…

Quer ver em resolução melhor? Clica aqui e vai lá no Flickr!

2 fev

Olha só que bacana: um grupo de profissionais de comunicação de Florianópolis resolveu se reunir para fazer uma campanha em prol da construção e manutenção de ciclovias na cidade (entre outras coisas; a ideia é tornar a cidade um lugar melhor para se viver e de forma sustentável).

Para isso, espalharam outdoors na cidade inteira e um deles tem um desenho MEU! Adorei, tomara que dê resultado. Mesmo longe, pelo menos estou participando de alguma forma, né?

A página do Floripa quer Mais no Facebook é essa aqui. Vai curtir!

31 jan

Apesar do montão de trabalho, de coisas para estudar e dos 10 ºC negativos de temperatura (segunto o wetter.de, sensação térmica de -20 ºC), o dia estava tão lindo que me enchi de coragem e fui dar uma volta na quadra no bairro onde estudo (Prenzlauerberg).

A luz estava linda demais e quando não venta fica até tranquilo de andar, desde que devidamente encapotada. Acho que valeu a pernada, concorda?

29 jan

Sabe de onde vem a palavra digital? Vem do latim digitus, que em bom português é dedo, desses que você tem 5 em cada mão. Antes da palavrinha cair na boca do povo, era tudo analógico, o que quer dizer que as ondas elétricas que mostravam a variação da grandeza no tempo eram análogas à natureza do negócio a ser medido.

Para facilitar a manipulação e simplificação dessas ondas tão complexas é que a eletrônica transformou tudo em dígitos. Em vez de toda a infinita gama de variações possíveis, a coisa passou a ser modularizada. O sistema digital tem esse nome porque resolve tudo com um dedo só (ou um bit, como queira). Se o dedo está levantado, significa 1 (sinal); se está abaixado, é zero (não sinal). Ou seja, o sistema digital transforma tudo em 0 ou 1. Sempre há perdas na transformação, pois, ao contrário do analógico, cuja resolução é infinita, no sistema digital sempre há que se tomar uma decisão sobre quantos dedos levantados ou abaixados vou usar para representar a mesma coisa (ou seja, quantos bits).

Tá, mas por que esse papinho nerd agora? É que acabei de vir de um concerto na Filarmônica de Berlin que me fez pensar essas coisas. Não, não estou louca; já explico a relação entre os assuntos: é que o concerto era com apenas um órgão* (desses de igreja, que ocupa uma parede inteira de tubos e é operado por meio de uma coisa parecida com um piano) e um saxofone. Sim, a música clássica contemporânea pode ser bem ousada quando quer: eles simplesmente reuniram um órgão, cuja morada natural é uma igreja bem antiga, com um sax (para mim, o instrumento mais pagão e sensual de todos). Olha, não entendo muito de música, mas adorei a mistura inusitada.

Uma das coisas mais sensacionais nessa cidade é que as crianças todas aprendem música clássica na escola e ouvem-na desde pequenininhas; o resultado é que os músicos eruditos são como atores globais por aqui e os espetáculos, numerosos, estão sempre cheios. As estrelas aparecem em revistas, programas de entrevistas, jornais, cartazes espalhados pela cidade e são tratadas como celebridades. As fotos das instrumentistas parece um book de propaganda de shampoo; os maestros, por sua vez, capricham no ar de mocinho descabelado de romance antigo.

Bom, já sei que tem gente aí com o discurso previsível pronto e ensaiado: “isso é que é país de primeiro mundo; cultura boa é essa, não pagode e nem axé“.

Pois era justamente nesse ponto que eu queria chegar. Sim, aqui tem música clássica da boa e todo mundo gosta. Mas deve ser também a cidade com a maior quantidade de clubes por metro quadrado do continente. E toca de tudo: house, rock, world, jazz, blues, metal, coutry, pop, folk, progressivo, trance, fusion e todas as variações eletrônicas com aqueles nomes estranhos que nomeiam também as tribos; não me surpreenderia se tivesse pagode. Tem espetáculo de música africana; tem batuque caribenho, tem Bebel Gilberto, tem Lady Gaga, tem Adele e tem Michel Teló também, sim senhor.

Isso, para mim, é que traduz a real cultura. Não se deixar deslumbrar pelo digital, pelo sim OU não, pelo isso OU aquilo. O que impede a pessoa de sair de uma ópera direto direto para um café que toca música cubana? A lendária banda Scorpions (sim, eles ainda existem) compartilha a mesma bilheteria de ingressos que aquele maestro com estampa de canastrão, o André Rieu. Uma violoncelista célebre e o Coldplay podem jantar no mesmo restaurante que as pessoas não se ofendem ou tomam partido como se fossem torcedores fanáticos de clubes de futebol adversários.

É que eles sabem que o mundo é, na verdade, analógico. A digitalização traz conforto e simplicidade sim, mas para para não se perder informações importantes é preciso de muito mais dedos do que sonhamos ter. Por que teimar em digitalizar tudo, categorizar os gostos em bom ou ruim, certo ou errado, feio ou bonito, brega ou chique, culto ou popular, 1 ou 0?

A ideia não é decidir o que as pessoas têm que gostar ou não. A ideia é justamente explorar as infinitas nuances que o analógico permite; prover o maior número possível de opções e variações para cada um escolher o que quer, sem ter que abrir mão de nada.

Parece que tem um povo que anda meio esquecido disso, mas não custa lembrar: gente, a vida não é digital; a vida é analógica, com todos os ruídos e imperfeições que isso implica. E com todas as infinitas possibilidades também.

_______

* NOTA 1: Nunca tinha visto ninguém tocando um órgão antes. A moça, de 22 anos, virtuose consagrada e ganhadora de vários prêmios, senta num banco comprido e toca com as mãos os 4 andares de teclado; os pés operam um quinto teclado, que fica no piso do instrumento. Pois ela sapateia, faz moonwalk e dança mexendo o corpo todo enquanto toca; teve uma peça que ela tocou inteirinha só com os pés. Analógico no último…

NOTA 2: Sim, é claro que o controle interno do instrumento devia ser eletrônico. Antes dos comentários óbvios, quero dizer que estou usando aqui os sistemas analógico e digital apenas como metáfora, ok?

22 jan

Berlinerinen quer dizer, em tradução livre, mulheres berlinenses. Pois são elas que estão me inspirando ultimamente para desenhar. Essa série fiz no iPad usando fotos que tirei dos muros da cidade como fundo. Vou imprimir algumas para fazer posters (quem quiser comprar que se apresente…ehehehe).

Que tal?

17 jan

Esperei um tempo para postar as fotos do corpo de bombeiros do bairro Kreuzberg aqui em Berlin porque achei uma coisa tão sensacional que merecia uma apreciação à parte.

Já mostrei aqui e aqui algumas obras e paisagens que vi caminhando pelas ruas, paraíso da street art. Pois nem os bombeiros escaparam do bom-humor que impera no lugar.

Vê se tem como não amar…

Ai, fortão, vem me salvar!

Muito medo desse bombeiro...ehehehe

Caminhão lindão: inspiração nos sonhos de criança

Conhece alguma porta mais estilosa que essa, com ameba explodindo e tudo?

Igualzinho nos melhores (e piores) filmes!

Não podia faltar uma loira gostosona sendo salva pelo herói :)

Para o pessoal que gosta de brincar de carrinho

15 jan

Aqui, as janelas do metrô, trem, ônibus e bonde são todas estampadinhas com um desenho estilizado do portão de Brandemburgo (os ônibus de Floripa podiam ter a ponte, né?).

Penso que essa é uma ótima ideia para consolidar a marca da cidade e fica bem charmoso. Além disso, dá uns efeitos bem bacanas quando uma mané deslumbrada tira fotos do por-do-sol de dentro do trem… vê se não é mesmo!

15 jan

Kreuzberg é um bairro tão cheio de surpresas que a gente fica meio desorientado sem saber direito para que lado olhar e com medo de perder alguma coisa. Grandes nomes do street art mundial estão lá, inclusive nossos queridos Osgemeos que só fazem encher a gente de orgulho por onde passam.

Segue uma amostra grátis do negócio.

Dois relógios amarelos e uma cabeça de chaminé...

Esse muro da frente tem 2 m de altura. Imagina o tamanho da tela.

Orgulho de ser brasileira como Osgemeos

O povo não perdoa uma parede (e nem tudo fica bonito)

Esse astronauta é famoso, pois à noite a luz do escritório da frente reflete e causa um efeito interessante.

Sehr sofisticado...

Assustador...

Nesse jardim-de-infância, nada de branca de neve

Parece mesmo desenho de criança

Até as lojas entram na brincadeira

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15 jan

Apesar de eu estar morrendo de gripe (são 2 litros de água por hora que saem do meu nariz), hoje o dia amanheceu tão lindo e ensolarado que não deu para ficar em casa. Vesti meu Michelin (aquele casaco fofo e horrível que faz a gente parecer o boneco do comercial da Michelin Pneus) para enfrentar os -2 ºC e fui ser feliz em Kreuzberg, o bairro turco.

Kreuzberg é conhecida como “a pequena Istambul” porque a partir de 1959, quando as empresas alemãs começaram a crescer e a enfrentar falta de mão-de-obra, o governo facilitou a imigração de trabalhadores vindos da Grécia, Espanha, Turquia, Portugal, Marrocos, Túnis e Yugoslavia. Esse povo ganhou visto de trabalho e cidadania alemã.  Em 2000 chegou outra leva de imigrantes turcos, pois a Alemanha ofereceu asilo para as vítimas do grande terremoto de 1999. O resultado é que 10% da população de Berlin é de origem turca e quase 4% da população alemã vêm de lá também.

Fazia tempo que eu queria andar por aquelas ruas com mais calma, mas faz semanas que só faz chover (nada de neve ainda). Imaginem um bairro completamente coberto por street-art (aqueles grafites de rua) de todos os tamanhos, cores e formas. A gente não sabe nem para que lado olhar. Sem contar os inúmeros restaurantes árabes, turcos, indianos, sudaneses, tailandeses, tunisianos, yoguslavos e de outros países que nem sei pronunciar o nome. Pena que era domingo e estava tudo fechado, além de ser inverno. Imagina só num dia se semana de verão, como isso não deve ferver…

Tem como não amar um lugar tão lindo, colorido e cheio de vida?

As fotos são tantas que vou fazer vários posts, separados em temas, tá? Vem comigo dar uma voltinha para conhecer Kreuzberg.

Fiquei um tempão esperando o trem passar para compor o amarelo. Quase deitei ao lado dela...

Você conhece alguma loja de sapatos usados mais charmosa que essa?

Adorei essa vitrine...

Haroldo, é você?

Uma surpresa em cada esquina

Loucura, loucura, loucura!!

Tantas cores que eu nem sei o nome...

Imagina no verão, cheio de mesas na calçada?

Chora não, moça, outro dia eu venho de novo...

Quer ver mais fotos? Clica aqui e vai lá no Flickr.

3 jan

Tem um shopping de decoração aqui perto de casa que é cheio de coisas tentadoras tipo aqueles objetos maravilhosos que a gente só vê em revista importada.

Mas tem também umas coisas meio bizarras que meu lado trash não consegue resistir. Posso citar pelo menos duas lojas que vendem móveis perfeitos para você que está pensando em abrir uma casa de tolerância (como diria a minha avó), mas só se for daquelas mesmo para acabar com a reputação da cidade toda…eheheh

Dando umas bandas por esse lugar fascinante, acabei me deparando com uma luminária que atraiu minha atenção de um jeito hipnotizante — é que o pé era um cavalo EM TAMANHO NATURAL. Vocês conseguem imaginar uma coisa dessas?

Contei a maior história para o vendedor me deixar fotografar (disse que tinha um amigo que iria adorar e precisava mostrar para ele), mas o tiozinho puxou um catálogo com o site do fabricante e não abriu mão. Então, só me resta fazer uma montagem tosca para vocês terem uma ideia do tamanho da criança e do impacto visual que o negócio causa.

O legal é que no catálogo, o fabricante já reconhece que esse é o tipo de coisa que a pessoa olha e já decide, à primeira vista, se ama ou se odeia.

Eu? Não aceitaria nem de presente (medo!), mas me conforta muito saber que vivo num mundo onde tem gente capaz de uma loucura assim. Imagina só que cabeça interessantíssima deve ter um indivíduo que decora a casa com isso; como não amar, minha gente?

Para você que se apaixonou e descobriu que não pode mais viver sem esse portento na sua sala, eles ainda têm um conjuntinho de abajoures perfeitos para combinar. Vai lá!

2 jan

Está bem que já acabaram as festas e começou a ralação. Mas achei isso aqui que tinha me esquecido de postar; olha só que jeito bacana de iluminar árvores.

Achei sehr elegant

1 jan

Nossa, descobri o site/blog mais bonito da cidade. São duas meninas lindas que trabalham com moda; uma é produtora e outra, fotógrafa. Elas também vivem e viajam juntas e têm um olho e um senso estético que é impossível não se apaixonar. Agora elas estão de férias na Islândia e as fotos são de babar (Islândia também está na nossa lista).

Adorei o texto, adorei as fotos, amei o layout do site e parece até que ja conheço a Amanda e a Anna Lara de tempos. Vale dar uma visita calma e demorada no lugar (é só clicar aqui).

Definitivamente é o espaço virtual mais lindo que visitei nos últimos tempos (isso considerando todos os sites/blogs de design que frequento). A dica foi de uma outra dona de site imperdível, a Juliana Cunha. Por ora, comecem o ano em ótima companhia…

31 dez

Ontem fomos a uma exposição de arte muito bacana: Cloud Cities, do artista argentino Tomás Sarraceno, no Hamburger Bahnhof Museum.

O museu, uma antiga estação ferroviária, é um dos mais bacanas de Berlin. Especializado em arte contemporânea, tem no acervo obras sensacionais do Andy Wharol, Keith Haring e Roy Lichtenstein, entre outras preciosidades. Na primeira vez que estive lá, ano passado, tive um acesso de book descontrol na livraria do museu que me fez ficar arrastando 10 kg de livros nas costas por um dia inteiro (essa era a primeira visita da expedição daquele dia).

A exposição Cloud Cities é inspirada em teias de aranha, astrofísica e visões arquitetônicas futuristas. O artista mistura tudo isso de uma maneira leve, linda e muito interessante. Ele constrói cidades suspensas em bolhas. As que têm plantas, ganham até mecanismos para mantê-las umedecidas e confortavelmente vivas (adorei essa parte). Nas bolhas maiores era possível entrar em experimentar a sensação de pisar num chão de plástico transparente (pena que a fila estava desanimadora).

Olha só que resultado formidável Tomás Sarraceno conseguiu. Adoramos. E você?

Quem quiser ver essas e outras fotos em resolução melhor no Flickr, é só clicar aqui.

Acontece tanta coisa ao mesmo tempo nessa cidade, que é impossível saber de tudo. Por incrível que pareça, fiquei sabendo dessa exposição pela antenadíssima e querida Winnie Bastian, dona de Design do Bom. Obrigada, linda!

31 dez

Coisa mais deliciosa encontrar surpresas pela cidade, né? Adoro arte urbana por causa disso: ela nos faz sorrir e pensar. Por isso, admiro muito os artistas que ficam bolando maneiras de fazer as pessoas pararem e pensarem de um jeito leve, divertido e instigante.

O site Street Art Utopia reuniu as 106 obras mais bacanas de 2011. Para ser sincera, acho que isso deve ser um apanhado geral, pois muitas eu já tinha postado individualmente aqui no blog bem antes de 2011; outras tenho em livros e já tinha visto em vários outros lugares em anos anteriores. De qualquer forma, nunca tinha visto tantas amostras bacanas reunidas assim, num lugar só.

Separei as que achei mais fantásticas e ainda não tinha publicado aqui. Para ver todas, é só ir no Street Art Utopia.

Artista: Ute Lennartz-Lembeck

Fonte: Street Art Utopia

Artista: Oakoak

Fonte: Street Art Utopia. "Perdi meu cérebro. Por favor, não entre em contato, estou feliz."

Fonte: Street Art Utopia

Artista: Oakoak

Fonte: Street Art Utopia

Artista: Sandrine Boulet

Recebi a dica de um monte de gente que compartilhou o link do site Araka no Facebook, mas sempre acho melhor ir até a fonte original para conferir e dar os créditos.

Estou colecionando umas fotos de arte de rua aqui em Berlin. Quando tiver um conjunto bacana posto aqui, ok?

28 dez

Taí uma coisa que eu nunca tinha reparado (deve ser porque tenho pouquíssimo contato com cavalos, apesar de adorar esses bichos): dá para fazer vários penteados no animal, deixando o fofo ainda mais elegante.

Os cabeleireiros de cavalo da época do renascimento já sabiam disso e gastavam todo o seu talento e criatividade nessa arte. Olha só o capricho!

Trancinha é para os fracos. Repare bem o acabamento...

Esse ficou tão bem feito que deixou a donzela hipnotizada

O rabo aqui é só um detalhe; gostei mesmo foi do ar de cumplicidade suspeita do cavalo

27 dez

Sempre namoro esse prédio quando passo por ele. Se no meu antigo condomínio foi um escândalo quando pintei minha porta, imagina só se o prédio todo tivesse essa estampa linda? Para o pessoal que adora um begezinho e areia, deve ser complicado, mas eu amei. Até porque fico imaginando que os moradores desse condomínio devem ter a mente mais arejada e florida do que a média…

Não é lindo demais, minha gente?

23 dez

Olha, não quero estragar o natal de ninguém, mas não consegui esperar passar essa euforia pelo menino Jesus e sua respectiva família para mostrar mais algumas pérolas da arte renascentista que encontrei em alguns museus por aqui.

É claro que não fotografei os quadros mais lindos, pois há livros, sites e blogs que conseguem fazer isso muito melhor do que eu. Mas duvido que eles tenham esse meu olho podre para descobrir obras de arte com fundo trash…rsrsrsr

Então, já que o assunto é a pauta dessa semana em todo lugar, que tal um olhar diferente?

É impressão minha ou o seio dessa mãe é destacável?

Esse pode não ser destacável, mas está numa posição muito esquisita

Fico aqui pensando se isso não era um colar em forma de seio e o menino se enganou. Impossível um peito num lugar desses, quase pendurado no pescoço.

Puxa, vestir o menino de menina! Que maldade!

Não sei você, mas me deu medo. Tomara que não sonhe com esse menino aí...

Esse aí não sei quem é, mas devia ser parente ou próximo da família, pois fazia parte de um trítptico. Achei que não podia deixar esse tiozinho de fora, concordam?

21 dez

Aqui está um frio dos infernos (para mim o inferno é um lugar frio sem nada para ler) com muito vento e chuva. Continuo esperando a neve, que está mais de um mês atrasada (aquecimento global?).

Pois mesmo assim não é que tem gente que ainda se preocupa com os detalhes para fazer a cidade ficar mais bonita? Cada um faz a sua parte, por isso é que fica tão lindo. Como não amar?