Arquivo de ‘decoração’

16 jun

Tudo leva a crer que motorzinho na vitrine é tendência. Olha só que bacana a vitrine da Diesel usando esse recurso super simples e com um efeito visual pra lá de interessante.

O único problema é que o vitrinista não entende nada de engrenagens; se as menores tivessem um mínimo contato com as maiores, já teriam se espatifado belamente….ehehehehehehehe

Já o profissional que fez essa vitrine de meias achou melhor não se arriscar (vai que as meias se rasgam…) e colocou um motorzinho só. Ficou lindo!

12 jun

Não, infelizmente ainda não inventaram o teletransporte, mas estão perto de colocar no mercado uma coisa há muito desejada por todo mundo: móveis que podem ser carregados numa bolsa.

Olha só que coisa mais incrível: o designer belga Carl de Smet, da cidade de Antuérpia, desenvolveu um tipo de poliuretano que encolhe até ficar bem pequenininho. Daí que você compra uma cadeira, por exemplo, e sai carregando um pacotinho que cabe na bolsa de mão. Quando chegar em casa, é só ligar na tomada e o pacotinho vira uma cadeira (tipo aquelas toalhinhas japonesas que parecem uma pastilha e que viram um pano depois que a gente molha). A IKEA, por exemplo, iria vender horrores, já que tudo que se compra lá (e dá para comprar a casa inteira) tem que ser transportado e montado pelo próprio comprador.

Sem falar que a cadeira que o moço está usando para fazer os experimentos é bacanérrima (eu compraria de certeza) e ele promete que a coisa já deve estar no mercado em 2015. Será? Olha, eu não duvido de mais nada dessa vida.

Graças à luxuosa dica da Angela Langer, não só conheci o projeto, mas também o interessantíssimo, caprichado e imperdível blog d.coração, de onde tirei a fonte do post. Vai que vale a pena, eu garanto!

Segue a reportagem que a BBC fez sobre essa maravilha e aqui o link para o site desse sujeito realmente inovador (adorei o visual dele).

11 jun

Por motivos óbvio$$$ não sou consumidora da marca, mas não posso deixar de me encantar com a criatividade e o capricho dos vitrinistas da Louis Vuitton. Olha só o que eles inventaram esse mês para fazer os passantes viajarem na coleção; há toda uma integração com a vitrine da loja e as da rua. Adorei; como não?

Em vez de asas, balões nos pés :)

Pena que fotografar vitrine com um resultado minimamente decente é uma arte que ainda não domino

Quem não queria estar no lugar da moça?

8 jun

Essa semana fui com a queridíssima Angela Langer na abertura da exposição dos alunos de design industrial da Universität der Künste BerlinKoordinaten und Ecken – Oh Behave!“ e ficamos babando não só com o campus, à beira do Rio Spree, como com a possibilidade de estudar num lugar assim.

Como era uma exposição de alunos, a maioria dos objetos era bem conceitual (à exceção da turma de Design Digital que apresentou vários aplicativos para Smartphones). O Design de Moda apresentou sapatos, acessórios e vestimentas bem curiosos, mas a parte que eu mais gostei foi o tema do Design de Produto: o espaço do canto.

Eles explicam que o canto é um lugar onde se fica de castigo ou com vergonha. É também um lugar usado para rezar e meditar. Apesar de sua importância, o canto sempre tem seu poder subestimado nos projetos de interiores. E não é que é mesmo?

Eles então apresentaram uma estante muito original, um pufe com elástico e bolinha de madeira (que eu levaria para casa, com certeza), alguns banquinhos nem tão inspirados e um banco de madeira bem interessante. Agora fui no site da exposição para pegar as referências e vi que a Angela e eu aparecemos em duas fotos…veja só.

Esse aí embaixo é o tal do pufe. Ele é feito com bolinhas de madeira amarradas com elástico (0 autor disse que gastou cerca de 200 horas para montá-lo e eu acredito). Na primeira versão, era todo maciço, mas não funcionou muito bem. Agora tem um miolo de espuma e, talvez por causa dos elásticos de amarração, a peça ficou surpreendentemente confortável. Gostei!

Essa é a estante de canto; muito instigante.

Esse banquinho serve para os pais conversarem ou lerem enquanto a criança brinca de escorregador. A garrafinha não faz parte…rsrsrs

Esse projeto de pesquisa mostrava todas as aberturas possíveis em uma camisa branca e a forma de vesti-la. Tinha sapatos e acessórios baseados na mesma ideia.

3 jun

Uma das coisas que amo em Berlin é que as pessoas não têm medo de ousar. Seja nas roupas, nos cabelos, nos carros, nos bares, nas paredes e até nas casas e prédios. Já mostrei aqui exemplos muito bacanas de fachadas diferentes, mas semana passada me deparei com mais uma dessas preciosidades.

Os gestores de um consultório médico resolveram tornar a casa mais atraente (que também inclui uma farmácia) e em vez de encherem de paineis óbvios e feios, contrataram um artista plástico para construir e instalar flores gigantes de metal no jardinzinho minúsculo.

Agora olha bem direitinho essas fotos e fala: tem como não amar?

31 mai

Ok, todo museu é de coisas. Mas é que esse se chama “Museum der Dinge“, ou seja, “museu das coisas” mesmo e fica na Oranienstraße, em Berlin.

O lugar é uma verdadeira aula de história do design, pois uma parte importante do acervo vem de objetos criados pelos integrantes do movimento Deutscher Werkbund, nascido em Berlin em 1907. O Deutscher Werkbund, para quem não sabe, foi um dos três grandes movimentos que originaram o design industrial e fundamentaram a estrutura de sua escola mais famosa, a Bauhaus; os outros dois foram o Arts and Crafts e o Art Nouveau.

Fiquei bem emocionada quando constatei que já tinha escrito sobre isso em 2001, num artigo publicado no XV Simpósio Nacional de Geometria Descritiva e Desenho Técnico/IV International Conference on Graphics Engineering for Arts and Design sob o título “A influência do movimento Werkbund nas empresas de tecnologia“. Quem diria, naquela época, que eu iria ver o acervo desse movimento histórico tão importante ao vivo e em cores, né? E mais, que ainda iria morar em Berlin!

O museu reúne objetos que fazem parte do cotidiano das pessoas dos séculos XX e XXI; tem desde apetrechos de cozinha, eletroeletrônicos, produtos de higiene e limpeza, embalagens e utilidades em geral até brinquedos, móveis, materiais de propaganda política e objetos de decoração.

Dessa vez, a comidinha para os olhos é servida na forma de um verdadeiro banquete pantagruélico. Vem comigo cair no pecado da gula!

Essa boneca centenária é a capa do último disco do Lou Reed com a banda Metallica chamado Lulu.

Gostou? Quer ver mais? Clique aqui para ir ao Flickr e ver o ábum inteiro.

14 mai

A estação de metrô que a gente vai conhecer hoje é a Franz-Neumann-Platz (Am Schäfersee) que pertence à linha U8.

Ela foi inaugurada em 1987 foi construída pelo arquiteto queridinho das estações de metrô em Berlin, R.G.Rümmler (ele também fez a Lindauer Allee, a Rohrdamm e a Jungfernheide que já mostrei aqui, entre outras belezuras).

O nome original era Schäfersee (nome de um lago que fica bem pertinho e é o principal ponto de referência), mas aqui também rolam interesses políticos; alguns anos depois o nome foi mudado para Franz Neumann, o então presidente de um dos principais partidos daqui, o SPD.

Agora desfrutem dessa estação charmosa e vintage

1 mai

Lembro até hoje da primeira vez que, de dentro de um trem, avistei um Kleingartenverein (também conhecido como Schrebergarten). Era final de outono e o lugar parecida uma favela; um terrenão cheio de tralhas e construções estranhas. Aliás, eram vários lotezinhos com barracos de madeira, sempre separados por cercas e com muito mato em volta.

Ué, mas na Alemanha tem favela?

Não se preocupe, não tem não.

Aquelas “comunidades” não eram de fato favelas. Mas olha só que curioso (sei lá porque ninguém fala a esse respeito, já que a ideia é tão sensacional): os alemães são tão apaixonados por jardinagem que eles arrendam lotes na perferia das cidades só para poder cultivar suas próprias flores, já que a maioria mora em apartamentos pequenos. Não é lindo?

A ideia surgiu na época da revolução industrial, quando a vida dos operários era realmente miserável. Além de morarem em pulgueiros e trabalharem demais, os pobres comiam muita porcaria. Foi aí que um médico da cidade de Leipzig, o Dr. Daniel Schreber teve a ideia de pegar um terreno grande e separar em lotes (numerados, claro, estamos falando da Alemanha..rsrsr). Ele organizou uma espécie de comunidade e incentivou cada operário a plantar sua própria comida e flores (que, na cultura alemã, são quase tão importantes quanto).

Além de relaxar trabalhando com a terra e plantando suas próprias sementes, a alimentação também ficou mais saudável. Os terrenos são bem pequenininhos (é para não caber uma casa mesmo, pois a ideia não é essa); então eles têm no máximo uma cabana ou rancho para guardar ferramentas, insumos e cadeiras de sol. Os ranchos também são necessários para instalar pias ou tanques para as tarefas de plantar e regar. O capricho é tamanho que alguns terrenos têm chalezinhos que parecem de brinquedo, de tão bonitinhos.

No inverno o lugar é feio, claro, cheio de barraquinhas e apetrechos diversos de jardinagem (por isso achei que fosse um tipo de favela). Mas na primavera, tudo se transforma. As lojas ficam cheias de ofertas de ferramentas, sementes e vasos; parece que fazem concurso para ver quem faz o jardim mais lindo.

Aliás, lindo não, idílico. Suspeito que, no fundo, os alemães são muito românticos no sentido de ter uma vida de contos de fadas. Observando esses jardins, dá para ver duendes, princesas, bichinhos diversos, flores para todos os lados e arranjos caprichados. A impressão é que cada um constroi seu próprio mundo de fantasia particular e se entrega aos detalhes do fundo do coração, como se estivesse brincando de casinha. Deve funcionar como uma espécie de refúgio perfeito para escapar dos problemas.

As famílias vão todo final de semana e as crianças adoram. Olha só; não é uma ótima ideia para desestressar esse povo das grandes cidades brasileiras?

Pena que se os governos já são pão-duros para construir praças e áreas verdes, imagina ter um terreno enorme só para as pessoas plantarem suas flores…

Mas não custa sonhar, né? Tirando os duendes, os bichos de cimento e os anões de jardim, o resto é muito lindo; dá só uma reparada…

Quer ver mais fotos? O álbum completo está aqui, no Flickr.

30 abr

O nome da estação de metrô da vez é Lindauer Allee e esse nome não é à toa não; é a estação mais linda que já vi em Berlin.

O lugar foi projetado por R.G.Rümmler em 1994 (até que nem é muito antiguinha, tem pouco mais de 20 anos). Repare bem nessas flores, portas, luminárias e escadas maravilhosas.

Agora olha bem as fotos e fala a verdade; essa belezura não merecia fama mundial?

24 abr

Continuando meu delírio visual por Ouro Preto (veja mais aqui e aqui), segue agora a sessão de fechaduras e maçanetas nas portas coloridas da cidade.

11 abr

Estou cheia de ideias para escrever, mas por conta da doença do meu irmão e meus dias serem quase todos no hospital, acabo não conseguindo. Então achei essas imagens aqui e resolvi compartilhar.

Essa casa linda que aparece na foto é a Literaturhaus de Berlin, onde escritores de vários gêneros se reúnem para falar, é claro, sobre literatura. Ainda não sei bem como funciona, mas penso que é tipo uma Academia de Letras. Quase todo dia tem programação e há um auditório onde escritores falam de suas obras por um ingresso quase simbólico. A construção é de 1889 e foi residência de um capitão de corveta que depois virou deputado (foi um dos primeiros alemães a chegar no polo norte, Herr Richard Hildebrandt).

Na mesma casa, funciona uma pequena livraria especializada em literatura e o Wintergarten Café; tem uma sala de vidro, logo na entrada, e depois salas com pés direito bem altos (adoro). É lá que faço tandem uma vez por semana com a Renate; conversamos uma hora em português e depois uma hora em alemão. Tem lugar mais inspirador?

Agora é só curtir as fotos e se imaginar tomando um chocolate quente enquanto curte esse ambiente lindo…

Ainda vou descobrir o artista que pintou esses quadros. São lindos!!

7 abr

A estação de metrô em Berlin que vamos visitar hoje é a Turmstrasse, no bairro de Moabit. Construída em 1961, foi toda decorada pelo artista B.Grimmek, com árvores e animais silvestres. Olha só que linda…

25 mar

Se tem uma coisa que eu amo fazer é me perder pela cidade. Desço numa estação de metrô aleatória (ou ponto de ônibus) e fico explorando os arredores. Pois hoje desci na estação Hallesches Tor, onde tinha que fazer uma conexão e comecei a flanar para aproveitar o solzinho (apesar do frio de -6 °C).

Fui me metendo pelas ruas e acabei entrando num condomínio simples que tinha tudo para ser um tédio. Mas acontece que o pessoal que participa da reunião de condomínio parece ser mais arejado das ideias e resolveu apostar num grafiteiro (quem sabe ele até mora lá).

Prepare seus olhinhos para a festa. Lá vai!!!

Quer ver mais? Eu surtei e fiz um álbum inteiro só para esse lugar. Clique aqui e vá no Flickr!

22 mar

Bom, vamos combinar que loja de perucas não é a coisa mais comum de se encontrar numa cidade, se comparada com salão de beleza, farmácia, supermercado e outros tipos de comércio mais comuns.

Confesso que não vi tantas assim na vida; em comum, reparei que a vitrine é sempre cheia de cabeças neutras de manequim com perucas de cores e cortes diversos.

Pois bem; essa loja em Nuremberg resolveu inovar para valer: eles criaram uma personalidade para cada uma das cabeças neutras e sem graça adicionando acessórios: óculos, lenços, gravatas, laços, etc. Cada cabeça parece guardar uma história e um estilo diferente; e ainda tem homens, por sinal super descolados, coisa que nunca tinha visto em loja de peruca. A impressão que se tem é que eles estão numa festa e dá para ficar horas imaginando que se cada cabeça tivesse miolos, no que estaria pensando (escolha aí uma para experimentar!).

Achei muito legal e, de quebra, eles ainda diversificam o negócios vendendo os acessórios também. Muito bacana mesmo; se você tem uma loja de perucas, olhaí a ideia!

Tem para todos os gostos mesmo, até cabeça careca (acho que as perucas foram vendidas e não tinha mais para repor....rsrsrsrs).

20 mar

Faz tempo que queria mostrar uma empresa que conseguiu reinventar o negócio do chocolate de uma maneira que considero realmente inovadora; então vamos aproveitar a proximidade da páscoa para falar um pouco sobre isso. A Ritter Sport é uma marca de chocolate alemã com 100 anos de idade, mas de gagá não tem nada, olha só.

Num mercado tão competitivo como o europeu, que conta com os famosos chocolates belgas, além dos suíços e franceses, os alemães da Ritter tiveram que realmente escolher um posicionamento único, e conseguiram. Eles escolheram ser reconhecidos pela variedade de sabores e apostaram forte nisso.

Tudo começou nos primeiros anos da fábrica, quando a filha do fundador descobriu que se a barra fosse quadrada, em vez de retangular, era mais fácil de carregar no bolso. A partir daí, a fórmula do quadradinho norteou todo o design da empresa, inclusive o da marca gráfica. Para traduzir a enorme variedade de sabores, eles contam com boa parte das cores da tabela Pantone; há tantas cores quanto sabores e receitas de chocolate. Com um símbolo gráfico tão simples e colorido, o grupo conseguiu desdobrar a marca em produtos diversos para o fã-clube (tem desde roupinha de bebê até cadernos e bolsas). Ok, até aqui nenhuma novidade; um monte de marcas faz isso e com excelentes resultados.

A novidade é a loja de chocolates personalizados chamada Bunte Chokowelt (algo como “mundo colorido do chocolate”) que eles abriram em Berlin há dois anos. Você chega lá e escolhe o tipo de chocolate para criar sua barra: branco ou preto. Depois, vai definindo o que quer, como se fosse um sanduíche: nozes, passas, avelã, crocante, mel, iogurte, marzipan, flocos, menta, rum, coco, marshmallow, chili, etc; olha, não descobri quantos sabores tem, mas são muuuuitos. Depois ainda tem a cobertura, com outras tantas opções; uma loucura! Você monta sua barra de chocolate (quadrada, naturalmente) e depois de 30 minutos pode vir buscá-la!

Se quiser esperar dentro da loja, tem uma infinidade de opções de chocolates prontos, mas tem também um café bem charmoso no mezzanino com docinhos de chocolate e muffins diversos. Pode ficar tranquilo sentado num sofá lendo seus e-mails ou apenas folheando uma revista; o ambiente é bem aconchegante.

Esse, para mim, é um claro exemplo de identidade bem definida e posicionamento assertivo.

Eles têm projetos ambientais porque, claro, chocolate não dá na Alemanha e o deles vem da Nicarágua — então é necessário ajudar a conservar a floresta porque o cacau precisa da cobertura verde para proteger a plantação. Eles também têm um trabalho de educação ambiental bem interessante (dentro da loja tem uma sala de exposições que mostra o processo de cultura do cacau e porque ele precisa de uma floresta saudável no entorno) e um forte investimento em energias limpas (em especial a energia solar). Os outros ingredientes também são certificados, ou seja, a lição de casa está sendo feita direitinho.

Mas o além do esperado é o que diferencia a empresa: a aposta nos quadradinhos coloridos é tão séria que a marca mantém o Museu Ritter com obras de arte moderna e contemporânea inspiradas na figura geométrica. Fica ao lado da fábrica, na cidade de Waldenbuch (que ainda não conheço).

Olha, não sou chocólatra nem nada (entrei e saí da loja sem comprar nem comer nada), mas virei fã da marca. Penso que a identidade visual ainda precisa de alguns ajustes na tipografia, mas a ideia dos quadradinhos coloridos é genial. E aí, ficou com água na boca?

Então vamos passear um pouquinho pela loja que faz um chocolate especial só para você (de verdade)!

Entrada bem colorida.

A entrada cheia de cores

Dessa vez não precisei tirar fotos escondida; o gerente deixou, numa boa.

Para um chocólatra deve ser o paraíso...

A loja fica logo atrás.

Vista do mezzanino.

É pra comer com os olhos!

O café, no mezzanino.

Hipnotizante...

18 mar

Uma coisa que tenho reparado é que as grandes marcas criam vitrines em escala industrial; o artista cria o projeto e ele é replicado em todas as lojas da rede. Digo isso porque aqui em Berlin tem pelo menos duas lojas grandes da Louis Vuitton com vitrines iguais e vi mais uma parecida quando estive em Nuremberg.

Para essa coleção, eles cromaram máquinas de escrever antigas, daquelas portáteis (ficaram lindas) e usaram um material mais duro (acho que são folhas de metal cromadas e adesivadas) para fazer as folhas de papel. Achei que o resultado ficou sensacional. E você?

11 mar

Olha, depois daquela luminária em forma de cavalo, achei que não iria me deparar com nada tão bizarro por um bom tempo. Mas a criatividade humana e a capacidade de desafiar o status quo é inesgotável. Olha só que achei na LikeCool: manequins que servem de base para luminárias, com roupa e tudo, imagine!

Segundo o estúdio Al-Hamad, a ideia é criar objetos de luxo (?) que surpreendam e encoragem encorajem a interação (isso eles conseguem mesmo).

As figuras vestem roupas típicas do Kwait e o tecido da cúpula cobre a cabeça do boneco. Para acender a luminária, basta apertar as mãos dos manequins (que também são vendidos na versão infantil!). Nas versões masculinas, há um alto falante no dorso.

Olha, o negócio deve fazer sucesso nas festas dos milionários kwaitianos, mas achei aterrorizante. Imagina o susto de levantar à noite, acender a luz e dar de cara com isso!

Esse último é especialmente sinistro….

11 mar

Nem sei como vim parar no site da Dizajno, mas encantei-me por esses modelos de sofás inusitados.

O Cirrus, em formato de nuvem, parece uma delícia. Acho que não dá muito para ficar sentado, a pessoa deve sentir uma vontade irresistível de se jogar.

O Iris é para colocar um arco-íris dentro de casa; sorte para sempre!

Nem sei de qual deles gostei mais. E você?

Para sonhar com os anjos...

Parece bem fofo...

Esse é para levantar o astral da casa.

E tem uma poltrona também.

Se o cachorro viesse junto....

9 mar

Ontem passei pela frente da vitrine da C&A (curiosidade: o site em alemão é www.CUNDA.de) e achei muito louca essa cabeça de cavalo deprimida vestindo um tutu de bailarina e rodeado por garfinhos e colheres de plástico (quem não acharia?).

Eis que fui saber mais a respeito desse negócio e olha só quanta coisa legal acabei descobrindo.

A vitrine faz parte do projeto Reimagine Design Challenge promovido pela seção européia da empresa. É o seguinte: eles convidaram 8 designers de vários países para criar roupas conceituais usando utensílios plásticos (garfos, colheres, copos, pratos).

O desafio começou em 24 de janeiro e termina dia 13 de abril, com a premiação do vencedor. Você pode votar na Fan Page do projeto na criação que mais gostou; o designer vencedor ganhará € 10 mil para aprimorar seu atelier.

O bacana é que eles fizeram vídeos lindos, fotos e blogs para acompanhar o processo criativo de cada um; o pessoal da moda vai amar!

Olha aqui as criações e seus autores (se quiser votar ou saber mais a respeito do projeto, é só clicar aqui).

Acima: a capa (?) vermelha com saia branca é da Halina Mrozek, de Varsóvia (Polônia) e o vestido branco é da Pauline Van Dongen, de Arnhem (Holanda).

Acima: O moço com o cabelo da orelha espetado é obra do Tom van der Borght, de Gent (Bélgica); o vestido branco é da parisiense Axelle Migé.

Acima: a aplicação de ramos e flores feita com garfinhos verdes derretidos é da alemã de Schondorf Miriam Lehle. Já esse detalhe nas costas do casaco branco é da Georgina Santiago, de Barcelona.

Esses dois aí de cima são, para mim, os mais bonitos. As criações são, respectivamente, do Andreas Eberharter, de Viena, e Günselí Turkay, de Istambul.

***

Olha, gostei muito e tals. Mas continuei sem entender qual é a do cavalo….

4 mar

Nossa, essa ideia é tão simples e tão genial, que não tive como não me encantar e ficar um tempão contemplando.

Provavelmente tiveram que construir pernas especiais para os manequins, mas o resultado ficou perfeito e irresistível; impossível passar indiferente por essa vitrine que tinha tudo para se misturar no meio das outras sem se destacar.

É ou não é?