Arquivo de ‘ilustração’

26 ago

Já está no ar o segundo episódio da série; dessa vez vou mostrar uma exposição de ursos muito parecida com a cow parade que está acontecendo no centro da cidade. Vai ser difícil fazer um episódio mais colorido que esse, espero que vocês curtam!

Se o vídeo não rodar, clique aqui e vá direto no Youtube.

15 jun

Sabe quando você ganha uma caixa daquelas enormes e lindas feitas de lata, cheia de lápis de cor, aquarela, pinceis e mais um monte de coisas bacanas e coloridas? Pois foi exatamente isso que o Gustavo Baldez, leitor aqui do blog, me deu de presente quando me apresentou o SketchBook X da Autodesk para iPad. Gente, o negócio todo é um luxo!

Tem vários tipos de pinceis, canetas, tintas e cores. Dá para fazer zoom, mover, trabalhar em camadas, girar, ampliar, enfim, tudo o que alguém que desenha sempre sonhou e mais um pouco. E o melhor: tudo inteiramente grátis, é só baixar!

Ainda estou começando a aprender todas as nuances, mas já dá para ver que agora dá para detalhar muito mais o traço e aplicar sombras e texturas. O único porém é que a tela é pequena e o desenho não fica lá com uma resolução muito alta (mais uns dois anos e o Steve Jobs chega à perfeição — certeza!).

Por ora, obrigadão mesmo ao Gustavo. Dica nota mil mesmo, rapaz!

14 jun

Sempre gostei de moda e ainda acho que vou estudar a coisa mais a fundo. Quem sabe, agora em Berlim, eu ache algum curso interessante ou consiga juntar moda, identidade corporativa e liderança, né? Das combinações mais inusitadas é que surgem as ideias mais inovadoras, vai saber.

Mas por ora, vou ficar aqui babando nessa moleskine fashion — um caderninho de anotações que lembra muito aquelas bonequinhas com roupinhas de papel que a gente recortava das revistas infantis. Eu adorava!

O modelito em questão, fabricado pela Factionary, tem páginas para desenhar, dicionário ilustrado, folhas de especificação, etiquetas de lavanderia, pontos e emendas, etc. Tudo o que o pessoal da moda pode querer com capas m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a-s! Eu vi na newsletter do Trendland, mas tem para vender aqui (a edição é limitada).

12 jun

Estou tentando desenhar direto no iPad com uma canetinha especial, mas ele perde os traços mais delicados. Já testei 3 programas (Drawez, Drawing Pad e Doodle Buddy), mas, mesmo que a caneta fina esteja disponível, boa parte do que se desenha não é registrado.

Agora passei um tempo me divertindo com o Drawing Pad, que permite que se coloque uma foto como fundo; o problema é que os pinceis, lápis e canetinhas disponíveis são bem grossos. Se alguém tiver alguma dica quente, por favor, não economize!

Mas até que deu para brincar um pouquinho, olha só.

9 mai

Sensacional, incrível, lindíssimo, empolgante, encantador, poético e fantástico! Com certeza, a animação RIO mereceria todos esses adjetivos e muitos outros, mas vou resumir tudo num só: fofo!
Para quem gosta de bichos como eu, é como estar no paraíso. O brasileiro Carlos Saldanha conseguiu mostrar o Rio de Janeiro em toda a sua exuberância e beleza mesmo sem esconder as favelas. A história da arara azul Blu é contada de um jeito tão cativante que é impossível não se apaixonar.

Atenção especial aos macaquinhos da floresta da Tijuca; mesmo sendo uns baita sem-vergonhas (como de fato o são, na vida real), dá vontade de levar para casa. Para não dizer que o filme é absolutamente perfeito, penso que a trilha sonora não está à altura da animação; poderiam ter caprichado um pouquinho mais nessa parte, já que música boa é a especialidade dessas terras tupiniquins.

Faça um favor para si mesmo: vá a um cinema 3D e viaje para o Rio. Você volta para casa leve, solto, feliz, como se tivesse recém aprendido a voar…

5 mai

Adoro vinho, adoro design gráfico. Então, como não amar rótulos de vinhos? Tenho a sorte de morar ao lado de um empório cheio dessas bebidas maravilhosas e me divirto muito com os nomes (principalmente os portugueses) e os rótulos (os argentinos são os mais bonitos).

Pois olha só que engraçado o rótulo desse vinho australiano, que, não por acaso, se chama The Playground. O projeto é da agência Sage e mostra dois bagos de uva com cabeça de macaco, brincando como crianças. Ousado, espirituoso, inspirador; dá vontade de experimentar.

Fantástico!

Achei no sempre ótimo Lovely Package.

3 abr

Olha só que delícia ficou esse mural na fachada da Templuz, em BH, numa das avenidas mais movimentadas da cidade. Confesso que quando divulguei o concurso do Mural aqui no blog, fiquei receosa em participar, afinal, tinha recém feito uma palestra lá e fiquei com medo de parecer marmelada. Mas aí o Camilo me incentivou e acabei inscrevendo dois trabalhos, dos quais um foi escolhido para ser apresentado logo no lançamento.

Foram inscritas 132 obras e um júri de 5 pessoas escolheu 12. Cada uma ficará exposta por um mês e já há ideias para reaproveitar os paineis e instalá-los em outro local da cidade depois desse prazo. Como qualquer concurso sério, o nome dos autores foi omitido durante a votação (eles selecionaram as obras numeradas). Depois teve um sorteio para ver a ordem de exposição e tive a sorte de ser a primeira e poder participar do coquetel de lançamento (lotado de gente bacana, inclusive outros artistas selecionados que são lá de BH).

Fiquei muito feliz mesmo de poder contribuir para a paisagem dessa cidade tão linda que me acolheu com tanto carinho. Posso dizer agora que já sou mineira desde criancinha…eheheh.

10 mar

Essa dica quem mandou foi minha querida ex-aluna Fabianne Marim, designer e gateira das boas. É um Thumbrl chamado Meowoodle, um trocadilho entre meow (miau) e doodle (rabisco de desenho). Todo dia tem um post de algum desenho, ilustração ou rabisco sobre gatículos. Para começar o dia de bom-humor, vale a visita.

Ilustração: Jesse Graber

10 mar

Olha só que jeito mais charmoso a artista plástica Katie Shelly usa para explicar como se faz seus pratos preferidos: desenhando! Devia haver livros de receitas assim, seria muito mais divertido, adorei. Quer tentar? Tem bastante inspiração aqui.

Adorei a cenoura sendo ralada...

Olha a panelinha com cara de feliz quando a comida fica pronta

Achei na Fastco Design.

2 mar

Eu queria ter mais tempo para fazer desenhos como esse, que já é bem antigo

Descobri por acaso, um dia desses, um thumbrl muito lindo chamado Tudo que eu queria. Não sei nada sobre  autora, mas parece que a conheço há anos, pois sou um pouco ela (acho que você também). Olha só a ideia que a mina teve: “Porque uma vez eu entrei no metrô e pensei: se eu pudesse querer alguma coisa de alguém aqui, o que seria? Hmmm, a bolsa dela. A revista dele. O guarda-chuva dela. A sobrancelha dele. E por aí vai.

Não é uma ideia muito atraente? Toda vez que fico esperando em algum lugar cheio de gente, fico imaginando histórias para as pessoas; outras vezes, penso que estou num programa de moda e tenho que avaliar a roupa de cada um; já elucubrei até sobre se alguma delas já tinha matado alguém, como num conto policial. Mas nunca me passou pela cabeça escolher alguma coisa para mim.

Mas a blogueira (ou thumbrleira) foi bem além, pois agora não quer mais nada das pessoas, já passou a coisas mais abstratas; olha que bacana esses exemplos pinçados a esmo.

- Queria que toda vez que o porteiro interfonasse fossem flores.

- Queria assistir a um casamento em que a noiva foge.

- Queria escolher óculos de manhã.

- Queria ruas planas para sapatos difíceis.

EU TAMBÉM.

Mas nesse exato momento o que eu queria mesmo era que todo esse pó de gesso se teletransportasse para um universo paralelo no qual eu não tivesse acesso; que eu piscasse os olhos e, quando os abrisse, a reforma tivesse terminado e a casa estivesse linda, cheirosa e cheia de flores… (ó, céus, mais duas semanas ainda…).

2 mar

Só por curiosidade, esse era o outro trabalho que submeti ao concurso Mural Templuz. Se alguém aí tiver mais uma parede grandona e quiser aproveitar…

2 mar

Olha só que ideia mais sensacional o artista holandês Enno de Kroon, teve: aplicar o cubismo em 3D. Inspirado nas obras de Braque e Picasso, o sujeito olhou em volta e imaginou como seria uma tela que pudesse dar a noção real de profundidade que o cubismo almejava… vai ver, ele estava voltando do supermercado e teve uma epifania quando viu a embalagem dos ovos. Amei o resultado, como não?

Achado mais que bacana do sempre ótimo Marketing na Cozinha.

28 fev

Acabei de receber uma notícia ótima! Um dos trabalhos que enviei para o Concurso Mural Templuz foi escolhido para ficar um mês inteiro numa das avenidas mais movimentadas de Belo Horizonte (eu amo essa cidade!). A ilustração concorreu com 132 trabalhos de vários países e foi selecionada por um júri de 5 pessoas (dei a dica aqui, você aproveitou?).

Agora o desenho vai ser impresso em formato gigante (3,9 x 3,2 metros) para fazer os mineiros sorrirem quando passarem pela frente do prédio. Ah, e também soube que a minha querida ruiva Renata Rubim também foi selecionada. Que festa! Adorei!!

26 fev

Ilustração: Ruben Toledo

Oscar Wilde, pela boca de seu personagem Lorde Henry, em “O retrato de Dorian Gray” diz uma frase que resume tudo sobre a auto-estima de uma mulher: “Ela se comporta como se fosse bonita. É o segredo do seu encanto“.

A frase não está no sensacional “Livro negro do estilo“, de Nina Garcia, mas bem poderia estar. Pra quem gosta de moda, nada mais essencial. Para quem gosta de pessoas, também. Nina escreve bem e conta como começou a prestar atenção em roupas e sobre a importância que elas passaram ter na sua vida.

O texto delicioso é pontuado por frases bem-humoradas e outras que nos fazem pensar, como essa da Miuccia Prada: “Sua roupa é a forma como você se apresenta ao mundo, sobretudo hoje, quando os contatos humanos são tão velozes. A moda é a linguagem instantânea” ou esse petardo de Christian Dior: “Não é o dinheiro que faz a pessoa ser bem vestida. É o discernimento“. Tudo isso regado regiamente com ilustrações belíssimas de Ruben Toledo; não tem como não amar.

Nina deixa bem clara a diferença entre moda e estilo. E é de estilo que ela está falando, sobre como você comunica ao mundo quem é; como afirma suas convicções e crenças, como se posiciona. Não é um livro sobre certo e errado, sobre como usar xadrez com estampa. É sobre como se apresentar ao mundo sem deixar margem para equívocos. Ela vai até a Grécia antiga e cita o filósofo Epíteto, quiçá um dos primeiros fashionistas da história: “Primeiro, conhece-te a ti mesmo. Depois, adorna-te de acordo com isso“.

Roupas e acessórios, são, antes de mais nada, ferramentas de comunicação. É preciso estar consciente disso e saber usar os elementos certos para dizer o que você quer. Moda é para se divertir; estilo é para se comunicar.

Apesar de ser editora de moda e ter percorrido um longo caminho na área, Nina não aprova as fashion victims, sempre carentes da próxima coleção de algum estilista famoso. Ela usa Malcom Muggeridge para resumir bem a questão: “Só peixe morto segue a correnteza“.

Se você gosta de moda, leia. Se não gosta, leia também.

4 fev

A ilustradora holandesa Ester Hörchner teve a ideia original e bem-humorada de desenhar pessoas na louça de chá. Instigante, original e muito criativo. Olha só que coisas mais delicadas, curiosas e encantadoras. Servidos?

A dica foi do imperdível Follow the Colours.

4 fev

Ilustração: Blancucha

Tem imagem que não chega a valer mil, mas um bom punhado de palavras, com certeza, vale. Nesse mundo babilônico, onde a gente tem que comunicar conceitos complexos em uma língua que a nossa mãe desconhece, só as imagens podem nos salvar.

É claro que se pode usar fotografias, ilustrações e até obras de arte para expressar sentimentos, idéias e mensagens, mas estou falando aqui da comunicação estruturada por meio de regras e convenções – mais especificamente aquelas que usam símbolos gráficos.

Convivo com essas facilidades há muitos anos, afinal, o que são circuitos elétricos e eletrônicos senão desenhos que representam idéias e conceitos? O mesmo vale para os fluxogramas que explicam como funcionam os softwares, os esquemas que emulam plantas fabris e suas máquinas automatizadas, aquele monte de favos de abelha que imperam na química orgânica, os gráficos em forma de pizza, dispersão, radar ou barras; os mapas estratégicos do Balanced Scorecard, as senóides do eletromagnetismo, os vetores da física, a pirâmide de Maslow, o triângulo semiótico, as teias que desenham redes de computadores. E o que seria da física quântica sem aquela figurinha dos elétrons orbitando em volta da esfera-núcleo?

Em comum, todas essas representações têm um altíssimo poder de síntese e nenhuma preocupação com a fidelidade a objetos reais; as cores, perspectivas e efeitos são dispensáveis nesse contexto. Apenas com o auxílio de formas geométricas simples, pontos e linhas, conseguimos entender e lidar com mundos abstratos, impenetráveis de outra maneira.

Um simples rabisco pode desencadear a centelha que faltava para que o conceito seja entendido e a linha de raciocínio, completada. Uma bolinha pode ser um mundo inteiro, um organismo complexo, um centro de gravidade, um ponto de conversão, uma pessoa importante, um nicho de mercado, ou só uma bolinha mesmo.

A despeito de algumas mensagens cifradas nessa linguagem gráfico-verbal precisarem de uma certa iniciação para serem completamente compreendidas, esse é certamente um dos mais poderosos instrumentos de comunicação concebidos pelos humanos.

Aprender a abstrair conceitos na forma de figuras é um talento desenvolvido com minúcias técnicas em qualquer curso de design gráfico, pois o domínio do lápis ainda é (e sempre será) fundamental na construção de marcas e identidades visuais. Mas outras áreas, como as exemplificadas antes, podem e devem usufruir dos benefícios desse recurso, às vezes tão subestimado. O cérebro humano é muito mais preparado para entender figuras (processamento direto e simultâneo) do que palavras (análise seqüencial).

Se a gente tivesse o hábito de exercitar mais a comunicação por desenhos, certamente poderíamos reduzir em muito os mal-entendidos tão comuns nas relações humanas, em especial naquelas do tipo fornecedor-cliente. Não por outro motivo fiquei tão encantada em conhecer o blog da americana Jessica Hagy. Lá não tem um único texto publicado, mas uma miríade de idéias e pensamentos representados por gráficos e esquemas. Um show de abstração em sua forma mais essencial.

Aqui algumas amostras (tradução livre).

23 jan

Toda vez que a gente aperta o interruptor para acender a luz ou liga um equipamento na tomada, também está contribuindo para a poluição do planeta. Nunca é demais lembrar desse detalhe para evitar que as pessoas saiam por aí desperdiçando energia (antigamente o meu pai e o de todo mundo da minha geração repetia “está pensando que sou sócio da Light?” ou a variação “Esta casa parece um navio“).

Pois como essa conversa não estava mais pegando, a Hu2 Design desenvolveu uns adesivos bem charmosos para colar em volta das tomadas e interruptores. Olha só que charmosos! Adorei.

Achei lá no Mosca Branca.

23 jan

Olha só a última que o brilhante e querido Camilo Belchior está aprontando: designers, fotógrafos, ilustradores ou qualquer um que queira mostrar o seu trabalho, pode se inscrever aqui. Os melhores projetos serão plotados em grande formato e expostos na lateral do prédio da Templuz, em Belo Horizonte. A loja fica numa avenida bem movimentada, vai ficar show! Cada uma das 12 obras selecionadas ficará exposta por um mês. Um ano inteirinho de arte na rua. Como não amar?

9 jan

Decidi refazer o mosaico de placas de números porque tinha ficado ruim. Agora está mais organizado e aparecem todas as variações.

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As casas em San Antonio de Areco são numeradas de um jeito muito estiloso; as placas também têm o nome da rua. Essa só uma amostra. Show, né?

23 nov

Olha só que graça a Sílvia Cadecaro descobriu e me contou; é um blog cheio de tirinhas sobre uma moça que tem um montão de gatinhos. Quer ver? Clica aqui! Segue uma amostra bem-humorada…

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