Arquivo de ‘propaganda’

29 abr

Uma coisa muito pouco explorada no Brasil é a propaganda que usa a bicicleta como veículo (literalmente). Talvez porque andar de bicicleta no nosso país ainda seja uma temeridade; com o desrespeito geral que impera no trânsito e os pouquíssimos quilômetros de ciclovias, pedalar não é para os fracos.

Mas as empresas bem que podiam ajudar os cidadãos a ficar mais saudáveis, as cidades menos poluídas e ainda ganhar moral com isso. E não é apenas para grandes corporações não; dá para patrocinar alguém que usa bastante a bicicleta no dia-a-dia ou até frotas inteiras para aluguel. Dá até para usar sua própria bike para fazer propaganda de sua start-up, já pensou?

Bom, aqui também tem uns comerciantes espertinhos que estacionam estrategicamente a magrela devidamente paramentada num lugar bem movimentado e a deixam lá, para exposição. De qualquer maneira, a cidade só ganha com essa invasão do bem.

Olha aqui alguns exemplos para o pessoal se inspirar!

Feita à mão... propaganda de uma escola de dança especializada em tango

Auto-referência: propaganda de aluguel e venda de bicicletas

O café fica num pátio interno, meio escondido. Então é só deixar a magrela na porta, que o povo entra!

Veículo da empresa de massagens em domicílio

Mesmo velhinha, a bike serve de suporte hype para placas de sinalização

Uma escultura montada na bike, olha só que original!

Como não notar tanta discrição?

Estúdio fotográfico que curte enigmas visuais...

A loja fica numa ruazinha paralela, então tem que aparecer na avenida de algum jeito (só achei que, pela marca que divulga, a bike devia ser toda estampadinha e colorida. Ruído na identidade.).

A GE, que faz carros elétricos, não podia ficar de fora!

Essa aí não tem placa, mas compõe a fachada de uma floricultura.

Hoteis, aprendam: aluguem bicicletas e façam propaganda ao mesmo tempo!

Minha favorita!

4 abr

Confesse aí, vai… você sempre quis ser uma máquina. Sim, um conjunto de mecanismos combinados para exercer uma única e específica tarefa. Como assim? Não? Tem certeza?

Pois é, mas os gênios da propaganda que criaram essa campanha aí embaixo partiram da premissa que esse sempre foi o maior desejo de todas as pessoas; pelo menos foi o que consegui deduzir; dá só uma reparada na obra:

Não sei vocês, mas penso que essa turma deveria se transformar, sei lá, em uma máquina de costura, de fazer café, de cortar grama, de fazer pirulito… qualquer coisa que os impedisse de exercer a profissão de publicitários. E, de preferência, antes de afundar o cliente com essa pérola…

12 mar

Sério, se eu encontrar mais uma vitrine de loja de vestido de noiva com manequins tão mal humorados, vou ter que criar uma categoria especial aqui no blog.

Não é possível! Como é que esse povo quer vender vestidos para celebrar uma união com essas vitrines?

Fico só rindo e imaginando a festa. Vem comigo…

Essas duas era amigas de infância. Eram. Agora é guerra....

Essa mãozona aí está claramente reservada para a madrinha "to nem aí, dou em cima mesmo!"

Quanto tempo será que dura essa união de almas tão apaixonadas nesse momento mágico e único?

Acho que vai rolar pancadaria, a julgar pela cara de encrenca das moças

Cabelo no olho é tendência...

Cabelo no olho é tendência entre as madrinhas abusadas...

As crianças fazem figuração em filme de terror quando não estão em casamentos

Se quiser ver o outro casamento infeliz na vitrine, clique aqui.

9 mar

A praga dos sobrinhos que sabem “mexer” nos programas e por isso podem sair por aí fazendo cartazes parece ser onipresente. Mas os daqui conseguem se superar (eu acho). Analisem comigo esse cartaz de propaganda dentro de um vagão de metrô.

Bom, tem que explicar primeiro o contexto da “obra”. É comum músicos entrarem no metrô com alguns instrumentos e um amplificador e fazerem um pocket show entre duas estações para recolher contribuições dos passageiros no final. As músicas são quase sempre as mesmas (ainda bem que agora deram um tempo do “Ai se eu tchi pego“), mas algumas bandas são mais empolgadas que outras.

Voltando à propaganda; o cartaz mostra um casal de modelos que parece não entender nada de música (queria ver alguém tocar violão com aquela quantidade de pulseiras que a moça usa) e traz os seguintes dizeres:

Nós desejamos a você músicos de metrô com talento“.

Até aí tudo bem, se logo em seguida não aparecesse uma lista com os seguintes itens:

- lentes de contato

- acessórios

- serviços top

A propaganda é de um SITE QUE VENDE LENTES DE CONTATO!!! Isso mesmo, minha gente!

Acho que esse sobrinho, além de mexer nos programas, deve estar consumindo alguma substância alucinógena. Só pode…

E quero crer que o tio dono do negócio esteja viajando e a mãe do rapaz é que aprovou a peça; é a única explicação.

18 fev

Sempre que passava pela frente dessa vitrine, na Friedrischstraße, ficava intrigada com a quantidade de máquinas antigas usadas na decoração permanente. A loja é enorme e é máquina que não acaba mais.

Pois esses dias resolvi entrar e perguntar para o vendedor. Sim, são exatas 1900 dessas engenhocas. Acho que conseguiram em alguma confecção desativada lá das antigas. O efeito é impactante, não tem como não se impressionar.

Eu adorei! E você?

31 jan

Quando o profissional tem talento mesmo, não tem pra ninguém. Se ele sabe desenhar (ou conhece alguém que sabe), é só alegria.

Olha só o que dá para fazer só com cartolina e pincel atômico (ou tinta preta, não consegui descobrir); talvez seja a impressão digital de um desenho, mas de qualquer maneira, o investimento é ridículo em comparação com o efeito.

Concordam?

20 jan

Coisas de segunda-mão também podem custar bem caro. E o dono da loja nem disfarça que mete a faca mesmo…eeheheheh

17 jan

Bom, pelo jeito, sobrinhos no design e na publicidade são um fenômeno mundial. Ou como explicar esse cartaz que estava na parede da academia onde faço ginástica?

É uma propaganda de um shake que diz, na primeira chamada: “Nunca é tarde demais!”

Aí tem essa foto que vocês estão vendo, do velhinho com cara de canastrão fumando um charuto (?) enquanto segura uma barra com halteres.

Embaixo está escrito a lista de vantagens do tal shake:

- Vitalidade

- Saúde

- Rápida recuperação

Nunca experimentei esse negócio aí, e depois que vi esse cartaz, vou continuar sem saber que gosto tem…

Vai um golinho aí?

10 dez

Tem umas lojas que colocam manequins na porta para chamar a freguesia. Ou será que o objetivo é outro?

Sei não, dando uma olhada na minha coleção, o objetivo de colocar esses garotos-propaganda na calçada parece ser um mistério, nada a ver com atrair gente para comprar (até porque alguns são assustadores). Não sei você, mas eu adoro mistérios, principalmente os desse tipo.

Dá só uma olhada nessas figuras!

Esse fica no meio do corredor de um mercado em Budapeste. Achei o moço meio desesperado, nada sedutor...

E que tal esse personagem de filme de terror para vender mochilas e camisetas? Sem falar na combinação fashion do look; o pessoal de Budapeste tem uns gostos estranhos...

Qual será a mensagem dessa loja em Prenzlauerberg? Perca a cabeça e compre aqui?

Mesmo me esforçando ao máximo, não entendi. Não fosse em Berlin, ia achar que era uma loja de produtos para umbanda.

Nessa aí o rapaz cansou de fazer figuração na porta e resolveu descansar um pouquinho

Maior mistério de todos: que significa essa cabeça de cavalo?

São lojas diferentes na mesma rua: não é mesmo uma dupla de revirar o estômago? Bom para quem está de regime...

Essa loja de marionetes em Praga colocou um mendigo para receber os clientes (e eles têm reis, rainhas e princesas aos montes lá dentro)

A moça perdeu a cabeça e resolveu barbarizar na calçada. Não parece bem intencionada...

29 nov

Há uns dias li uma matéria na Deutsche Welle sobre uma pesquisa que dizia que, ao contrário do resto do mundo, cujos xingamentos quase sempre têm conotação sexual, os alemães tem uma fixação por escatologia na hora de demonstrar indignação.

Isso quer dizer que nenhum alemão fica ofendido quando você descreve os pormenores do possível trabalho da mãe ou das mulheres da família dele, nem quando você o manda manter relações sexuais com alguém do outro sexo ou do mesmo (nossa, que difícil é descrever palavrões sem usar palavras chulas, mas tem que explicar certinho para a teoria fazer sentido…eheheh).

O filólogo Hans-Martin Gauger, autor da pesquisa, diz que os alemães são mais lógicos até na hora de xingar, pois um sentimento ruim tem que ser traduzido por uma coisa ruim, que não presta. E tem coisa pior que merda, nesse caso? Já as práticas sexuais usadas como xingamento não são intrinsecamente ruins, depende muito mais da preferência de cada um, portanto impróprias para descrever raiva ou desprezo.

Isso combina bem com a falta de erotismo que eu já tinha observado por aqui. Ao contrário de nós, os brasileiros, cujas músicas, propagandas, gestos, roupas, enfim, absolutamente tudo na nossa cultura remete ao sexo, os alemães simplesmente agem como se essa fosse uma área do comportamento completamente isolada do dia-a-dia. Eles tomam sol completamente nus nos parques, frequentam saunas mistas sem nenhuma malícia e ignoram a presença de uma deusa escultural no recinto; simplesmente nem olham.

Então, os piores palavrões aqui, se traduzidos ao pé da letra significam coisas como “maldita merda” ou “vem lamber minha bunda“.

Até aí tudo ok, parece bem coerente. Mas, gente, vi essa propaganda na TV e fiquei chocada! Jamais passaria pela cabeça de um publicitário brasileiro abordar o assunto dessa maneira; pois aqui, aparentemente, todo mundo achou super normal.

Vou descrever a história segundo meus parcos conhecimentos de alemão (se alguém aí for do nível C1 ou C2, por favor me corrija).

Um casal segue de carro por uma estrada e o homem parece bem entediado. Aí a mulher vê alguma coisa na paisagem que a deixa surpresa (mas não indignada): é uma montanha enorme em forma de bunda (sim, você leu direito). Ela pergunta o que é aquilo e o homem explica calmamente “ah, isso aí é o cu do mundo“. É que eles estão indo comprar móveis e têm que viajar para achar o que querem; para isso, vão muito longe. Corta e aparece um sujeito numa sala explicando (com uma imagem de uma bunda) que não é preciso ir tão longe para comprar móveis e luminárias bacanas; dá para fazer tudo confortavelmente pela internet (sim, pasmem, isso é uma propaganda de loja de móveis virtual). Não acredita?

Assista o vídeo e veja como o mundo é um lugar cheio de culturas diferentes, insuspeitadas e interessantíssimas…..ehehehehe

17 nov

Fazia um tempo que eu não postava nada sobre crise de identidade, mas motivada pelo curso de identidade corporativa que começa terça-feira aqui em Belo Horizonte (veja aqui mais detalhes), resolvi ressuscitar alguns exemplos onde o que a empresa diz não é compatível com o que ela mostra.

O primeiro caso me foi enviado pelo Daniel Santos, sempre atento. Ele foi almoçar nesse restaurante em Florianópolis que também frequento (comida ótima e atendimento acima da média, por sinal) e percebeu o ruído na comunicação.

Nem vou dizer que o restaurante se chama Mirantes e nenhuma das muitas filiais espalhadas pela cidade tem vista para algum lugar que valha a pena (Mirante não é isso? Um lugar com ponto de vista privilegiado?).

O fato é que eles usam um saquinho de papel para embrulhar os talheres que gera mais lixo (pois o saquinho não tem nenhuma função adicional além dessa extremamente fugaz, sendo que eu poderia pensar em várias); o papel é branqueado (nem sequer é pardo ou reciclado) com impressão em preto.

Até aí não chamaria a atenção de ninguém; o problema é que aparece a totalmente descabida frase “Junto com você por um mundo mais sustentável“. Gente, de onde saiu isso? Parece que alguém achou a frase bonitinha e colocou lá (ou achou que não usar plástico já autorizava chamar a empresa de sustentável, vai saber).

Olha, não ficou legal não, melhor rever e ênfase na sustentabilidade porque o argumento não está se sustentando…

O segundo exemplo é uma vitrine que vi também em Florianópolis. Uma loja que, entre outras coisas, vende “moda evangélica” seja lá o que isso signifique. Mas por mais imaginativa que a pessoa possa ser, jamais vai adivinhar que essas roupas que estão mais para periguete pudessem combinar com o conceito de evangelização. Sei lá, achei muito ecletismo.

Prestem bem atenção nos modelitos e reflitam…

8 nov

Nossa, estou com tanto trabalho que o blog está meio abandonado. Tem muita coisa bacana para compartilhar, mas agora não dá tempo; estou preparando vários cursos e palestras que vou dar aqui no Brasil.

Então, fiquem com essa vitrine charmosésima lá de Berlin. É uma loja de sapatos bem pequenininha; para atrair olhares, o vitrinista usou uma Marylin Monroe de papelão em escala real, mas com uma saia de verdade. Embaixo, tem um ventilador que fica ligado durante todo o período em que a loja está aberta. Ah, e não tenho bem certeza, mas acho que a linda troca de sapatos de vez em quando. Dava para ser uma loja de lingeries também, né?

Eu adoro olhar essa vitrine sempre que passo lá (fica perto do Hackescher Markt). Mas olha, preciso dizer: aqui no Brasil a gente tem mais variedade de sapatos.

É isso!

2 nov

Fui olhar meus guardados e achei essa vitrine sensacional da Dior em Praga. O cenário é simples, mas o efeito é incrível. Parece que as manequins são estrelas de cinema; tem jeito melhor de mostrar roupas lindas numa vitrine?

14 out

Ontem à noite teve a abertura de uma exposição muito especial: a exposição de cartazes raros e originais (de 1920 a 1950) que faziam propaganda de viagens de luxo de navio, trem, avião e até Zeppelin!

A queridíssima Raquel Chaves está ajudando a divulgar o evento que acontece na Galeria Zeitlos, na minha opinião a loja mais charmosa de Berlin (há algum tempo eles fizeram uma Exposição do Design Brasileiro que postei aqui).

A galeria fica no shopping Stilwerk (aquele mesmo da exposição de Charles e Ray Eames que também postei aqui) e comercializa apenas objetos originais de designers famosos, a maioria da década de 50 e 60.

Os 40 cartazes pertencem às coleções particulares de Joachin Apitz e Wegner Marc, que amealharam suas preciosidades visitando mercados de pulgas desde a infância.

Mas vamos ao que interessa: veja os cartazes e viaje no tempo imaginando a atmosfera glamourosa em que eles foram criados e divulgados…

2 out

Moro perto de uma das ruas mais luxuosas da cidade (desculpaí…rsrsrs) e uma das coisas que mais gosto nela, além das árvores folhudas, são as calçadas larguíssimas. Por conta do espaço, tem uma modalidade de vitrine que ainda não tinha notado em outras bandas gringas. São caixas que ficam na calçada, na frente ou nas imediações da loja patrocinadora.

Algumas lojas usam bastante a criatividade, mas hoje me surpreendi ao passar pela frente da Hermés. Eles usaram aqueles lenços lindíssimos para decorar a rua; olha só o efeito mais que sensacional que ficou.

É a street-art de luxe

4 set

Para mim, uma das coisas que mais fazem diferença no paisagismo de uma cidade, além do verde, é claro, são as instalações elétricas subterrâneas. Acho um verdadeiro horror aquele emaranhado de fios sujando tudo (e proporcionando oportunidades para “gatos”, tênis pendurados e curto-circuitos). Sem falar que não dá para fotografar nada, pois sempre aparece um fio se imiscuindo no seu enquadramento.

No caso de instalações subterrâneas, aqueles postes feios cheios de transformadores são substituídos por caixas na calçada. Aqui o pessoal aproveita a chance para usá-las de maneira criativa e integrá-los à paisagem.

Olha só esses dois exemplos; uma caixa foi usada por uma imobiliária (tem até suportes para as pessoas pegarem folhetos em inglês e alemão) e outra para divulgar um espetáculo.

Tem também esse restaurante que forrou o caixote como se fosse um quadro negro e está usando para divulgar as ofertas do dia; achei lindo!

Deve ter uma abertura em algum lugar para quando é necessário fazer algum tipo de manutenção. Mesmo assim, gostei bastante do resultado; e você?

29 ago

Gente, está uma febre de bubble tea por aqui que só vendo. Todo dia abre uma loja nova de alguma das franquias já existentes. Pois é, uma das franquias se chama Boba (como já mostrei aqui). Pois agora chegaram duas concorrentes de peso: BoboQ (não consigo evitar de ler “boboca”) e Let’s Boba (Hã?).

Veja com seus próprios olhos:

Minha conclusão é a seguinte: eles estão usando esse nome como doidos porque é sonoro e se parece com a pronúncia de “bubble” que são as tais bolhas que vão no chá. Você já experimentou? É como um sagu gigante que eles colocam no kissuco que eles chamam de chá. É tamanha química que dá até medo de ver o tanto de máquinas que a moça usa para preparar o elixir, além de ser caro.

Posso dizer porque já experimentei: eita negócio mais bobo mesmo….ehehehe

12 ago

Eu já implicava com um desodorante no Brasil cuja propaganda alardeava a capacidade de proteção por 48 horas (dois dias inteiros sem encarar um chuveiro? É isso?). Mas, gente…

Pensemos juntos: então o que significa um desodorante que protege por 96 horas? Olha, fiquei com medo de pensar a respeito, ainda mais considerando que o negócio promete fazer o “usuário” ficar invencível. É muita asa…

7 ago

Naming (a área do Branding dedicada a encontrar nomes apropriados para produtos e empresas) definitivamente não é uma coisa para amadores. Sempre convém pesquisar o significado da palavra em outras línguas, pois há o risco de fazer bobagem (ou provocar trocadilhos bobos…rsrsrs).

Esse aqui nem é dos piores, mas o nome dessa franquia de Bubble Tea faz os turistas brasileiros passarem por bobinhos, né não?

5 ago

Pelo jeito, por aqui também existem os “sobrinhos” que fazem as vezes de publicitários e designers. Senão, que explicação haveria para essa genial peça de divulgação de uma auto-escola?

Na imagem (que acho que foi tirado de algum cartoon), aparece um instrutor desesperado com as barbeiragens do aluno, aparentemente calmíssimo. Aí aparece embaixo um texto que, em livre tradução, diz “Fique calmo — mesmo quando o astral estiver diferente!“.

Gente, mas a propaganda é para atrair alunos ou instrutores? O texto é para alunos ou instrutores? Qual é a mensagem? Juro que não entendi….

E você pensa que acabou? E que tal essa empresa de mudanças? Deve ter sido o mesmo sobrinho…

Tradução livre: “Nós fornecemos o novo e pegamos o velho“. A gracinha é que levam embora o que poderia ser interpretado como a “sogra” junto com o sofá velho. Mas será que eles entregam uma moça no lugar, junto com o sofá novo?

Fraquinho, né?