Arquivo de ‘revistas’

19 dez

Puxa, fiquei bem contente com o resultado da entrevista que dei para a revista Móbile Lojista sobre Design Thinking. A repórter conseguiu resumir bem o que falei; facilita o fato da entrevista ter sido feita por e-mail, mas já tive experiências bem desagradáveis com palavras que foram colocadas na minha boca sem eu tê-las dito ou conceitos terem sido apresentados de maneira distorcida. Felizmente não foi o caso da Rosa Bittencourt, profissional competente como poucas.

Nas páginas da revista dá para o lojista ter uma boa noção do Design Thinking: o que é, para que serve, o que o empreendedor ganha com isso, quais são os riscos. Se quiser ler, é só clicar na figura abaixo para abrir o pdf completo.

16 nov

Olha só o que descobri no twitter da @alesie: uma brasileira que mora em Londres e está participando de um projeto muito bacana e original. A ideia era fazer uma revista sobre sustentabilidade e vida saudável. Aí o povo pensou melhor e viu que a revista devia servir para mais alguma coisa. Foi aí que nasceu a Elpis MagBag, uma revista em forma de sacola que é distribuída gratuitamente nos estabelecimentos que respeitam a sustentabilidade (fora que a sacola é de papel, anos-luz mais charmosa que as manés de plástico…).

Como a sacola é de graça, a ideia é financiar o projeto com anúncios. Não é genial?

Dá para saber mais sobre o projeto e até colaborar, clicando aqui. O link que a @alesie postou foi esse aqui (blog ótimo de uma brasileira morando em Londres cheio de dicas bacanas).

20 jun

A revista Venda Mais desse mês traz uma entrevista comigo sobre autoconhecimento e vendas. O título é “A chave mestra: entenda porque o autoconhecimento pode ser fundamental para otimizar a comunicação do gerente e sua equipe de vendas“.

A matéria é da jornalista Pauline Machado e ela conseguiu ser bem fiel ao que falei (infelizmente, não é coisa muito comum no meio; às vezes o repórter faz uma mistura do que a gente fala e só nos resta lamentar depois da coisa impressa). Ainda bem que não foi o caso aqui, a Pauline é muito competente!

Para ler, é só clicar na imagem correspondente à página para ver o pdf, ou então salvar para ler no seu computador.

30 mai

Fotografia: Manuel Archain

O nome Suzana Herculano não me era estranho, mas nunca tinha prestado muita atenção até ser completamente abduzida por uma reportagem da TPM (minha revista favorita). Lá fiquei sabendo que a moça formou-se em biologia aos 19 anos e foi estudar genética nos Estados Unidos, quando apaixonou-se por neurociência. Mergulhou literalmente de cabeça no negócio e já recebeu prêmios internacionais de respeito por sua pesquisa na área. Pensa que a nega é daquelas CDFs que nem sabem o que é batom? Pois saiba que é uma morena bem bonita, mãe de dois filhos, que também toca piano, violão, violoncelo e flauta transversal. Já fez musculação, corrida, sapateado e agora pratica pilates. Lê de tudo um pouco, vai ao cinema, adora viajar e escreve muito bem. Enfim, como não se apaixonar? Virou minha ídola instantaneamente.

Foi fechar a revista e correr para comprar os livros dela (são 6, mas só li 2 até agora). Fiquei sabendo também que Suzana tem um quadro no Fantástico chamado Neurológica, mas como não assisto, vou aprender o que puder pelos textos mesmo (meu cérebro não tem muita paciência de ir atrás dos vídeos).

O grande barato dessa neurocientista de plantão, como se autodenomina, é que ela usa absolutamente tudo o que acontece no dia-a-dia como pretexto para explicar como o cérebro funciona em cada caso. Por que ela adora o cheirinho da filha; por que sente saudades do marido; o que o cérebro faz enquanto a gente vê TV; o que acontece enquanto a gente dorme, se apaixona, leva um fora ou se lembra de algo. Enfim, é uma aventura sem fim, cheia de explicações interessantes e com forte embasamento científico oferecidas como papinha de nenê, bem mastigadinhas.

Em “Pílulas de neurociência para uma vida melhor” (jamais compraria um livro com esse título se não tivesse uma indicação; meu cérebro é muito preconceituoso) ela começa explicando que a última coisa que o famoso teste de QI mede é a inteligência. O questionário nasceu em 1904, quando o governo francês encomendou ao psicólogo Alfred Binet um instrumento para identificar crianças com dificuldade de aprendizado (o objetivo era prover reforço para elas). O teste media quantas tarefas uma criança conseguia acertar em relação às outras da mesma idade. A diferença entre a pontuação da criança e a média das outras de sua idade revelava sua “idade mental”. Subtraindo-se a “idade mental” da idade biológica da criança, chegava-se ao “nível intelectual”. As crianças com maior diferença entre as “idades”, iam para um programa especial de educação.

Em 1912, três psicólogos americanos resolveram mudar a conta: em vez de diminuir a idade cronológica da idade mental, dividiram uma pela outra, criando o famoso “quociente  de inteligência”. A ideia era usá-lo para recusar a entrada de imigrantes considerados de “raça inferior” e o negócio virou moda. Mas, na real, o teste diz que se uma pessoa de 30 anos tem um QI de 138, quer dizer que sua idade mental é de 30 x 1.38, ou seja, 41.1 anos, o que significa que ela é mentalmente mais velha do que de fato o é; nada mais além disso.

Binet deve estar se revirando no túmulo com o uso que fizeram do teste dele, principalmente porque a neurociência descobriu que a inteligência, definida como a capacidade de analisar situações novas e usar informações anteriores para resolver problemas, tem uma metade facilitada pela genética, mas a outra depende do ambiente (educação e experiências). Além do mais, é perfeitamente possível aumentar o nível de inteligência desenvolvendo habilidades que exercitem a capacidade de resolver problemas. Fato.

Outra coisa interessante é quando ela fala que opção sexual não é lá um termo muito correto, pois a preferência de uma pessoa quanto a esse quesito é biológica (perfeitamente identificável no cérebro). A pessoa já nasce com os genes predipostos a se sentir atraída por pessoas do sexo oposto ou do mesmo sexo, independente de fatores externos (ambiente, cultura, educação, etc); é como ter olhos azuis ou pernas compridas. Estatisticamente, cerca de 10% da população nasce homossexual, não escolhe; por isso, é complicado falar em opção. A única opção que a pessoa tem, no caso, é entre violentar ou não sua natureza; tentar ou não ser feliz.

Suzana fala também que o cérebro precisa de carinho físico para se desenvolver melhor, principalmente quando ainda está na fase de formação. Quem teve azar quando criança (viveu num orfanato ou tinha pais nórdicos pouco dados a demonstrações), ainda pode se recuperar se ganhar bastante carinho depois de adulto. Fazer cafuné nas pessoas que a gente ama faz bem para o cérebro em qualquer idade, quem poderia desconfiar de uma coisa dessas?

E tem mais: suar fazendo exercícios físicos é fundamental para a saúde do cérebro. Se seus neurônios ficarem moles e preguiçosos, não adianta passar o dia na frente do computador ou hibernando na biblioteca. Tem que sair para a rua e botar as glândulas sudoríparas para trabalhar, não tem outro jeito.

Ela explica também por que frequentar restaurantes a quilo engorda; da importância de beber água; porque o sentido mais importante e vital é o equilíbrio (controlado pelos órgãos vestibulares, como o labirinto); porque o melhor remédio para a memória é… dormir; enfim, dá para se divertir um montão.

Depois disso tudo, minha massa cinzenta não se cansa de questionar: por que é que não ensinam neurociência na escola, do jardim de infância até a faculdade, heim? Os cérebros todos seriam muito mais saudáveis e felizes. E nossos corpitchos também…

Lígia Fascioni | www.ligiafascioni.com.br

5 abr

A revista Liderança traz na capa deste mês uma matéria intitulada “Sua empresa já fez um teste de DNA?“. Dentro tem quase 4 páginas (coluna dupla) com um texto meu, baseado no livro “DNA Empresarial: identidade corporativa como referência estratégica“!

Fiquei muito contente, afinal, há anos venho trabalhando para conscientizar as empresas da importância do autoconhecimento para alinhar as ações e comunicações de maneira coerente. Nada como ter uma editora competente; a Integrare dá um banho!

Só não entendi porque a revista usou uma foto antiga, se eu mandei duas recentes junto com o texto…

2 ago

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Uma das coisas que adoro é moda; por isso, não me fiz de rogada quando recebi o convite para fazer parte do conselho editorial do e-periódico científico Moda Palavra, do curso de moda da Udesc. Faço isso desde 2005, quando a revista ainda era impressa; a cada edição eu analiso 2 ou 3 artigos e aprendo um montão. Para quem está pesquisando a respeito, tem bastante coisa útil e interessante, eu garanto!

Clique aqui e leia a edição 6, que acabou de sair!

6 jul

revistaabc_28 Capa FrenteAcabei de receber meu exemplar da abcDesign e olha só que ideia mais bacana eles tiveram: na capa tem uma sola de chuteira (de papelão) colada, mas dentro tem mais 3 modelos para escolher (já descobri que são excelentes marcadores de livros). Cada uma é mais linda que a outra e elas foram ilustradas pelos designers Eduardo Bacigalupo, Glauco Diógenes, Jorge Galvão e Lucas Vipieski.

Meu scanner está com um probleminha, mas logo mostro os outros modelos para servir de inspiração.

A revista traz também uma entrevista com o designer austríaco Stefan Sagmeister, que fala da sua carreira e seus projetos atuais. Em novembro ele virá ao Brasil convite da abcDesign, já pensou que legal?

Adorei, imperdível!

26 jun

Saiu um artigo meu na Revista Conexão, da Universidade de Caxias do Sul. O título é “Caminho para a gestão integrada da identidade corporativa“, tem 23 páginas e o arquivo PDF está disponível no meu site. Clique aqui e faça o download!

1 mar

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Gente, eu peguei essa revista na mão, ela é linda! Uma ousada iniciativa, a revista Área é trimestral, circula somente em Santa Catarina e é distribuída gratuitamente a profissionais de arquitetura, decoração e design. Para entrar em contato com o pessoal da revista, visite o site: www.revistaarea.com.br

18 fev

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Como leitora compulsiva, assino várias revistas e compro outras tantas na banca. Veja as minhas preferidas e saiba o que cada uma tem de especial.

Veja [assinante]: Não vivo sem. Adoro o Diogo Mainardi e o Roberto Pompeu de Toledo. Parece até que fui eu quem escreveu as resenhas dos filmes, de tanto que o nosso gosto bate.

TPM [assinante]: TPM quer dizer Trip Para Mulher. É uma das poucas revistas femininas que não ensinam como seduzir um homem ou emagrecer sem esforço, o que já é uma evolução.

ARCDesign [assinante]: É a revista mais linda e maravilhosa disponível no mercado. É um prazer pegá-la, cheirá-la, olhá-la. Imperdível.

ABCDesign: Essa revista é bonita e bem acabada. Vale a pena conferir.

Vida Simples: O conteúdo é bem fraquinho, mas cheguei a assiná-la por dois anos só por causa da diagramação. É simples, limpa, conceitualmente muito bem projetada. Uma aula de design.

Piauí: Descobri essa revista há pouco tempo e foi uma grata surpresa. Com um formato totalmente diferente e um nome bem inusitado, dentro dela dá para ler tudo! Juntaram um monte de gente inteligente para falar sobre todos os assuntos. A revista mais parece um blog de luxo!

As revistas de design importadas ainda são muito caras para mim, mas sempre que posso gasto algumas horas babando sobre a Graphis, I.D., Frame, Wallpaper e Communication Arts.

Também gosto de ler Superinteressante, Casa Cláudia, National Geographic, Elle, Exame, Bravo!, Você S/A e tudo o mais que cair na minha mão. Ah, e admito sem nenhuma vergonha: adoro ver as figurinhas da revista Caras no cabelereiro. Acredito com fervor que momentos de futilidade precisam ser coerentes em todos os aspectos.