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2 mai

Quando estive em Belo Horizonte lançando o livro “Design desmodrômico para curiosos” e ministrando um workshop com o mesmo nome, tive a oportunidade de dar uma entrevista para a BHNews, emissora de notícias de BH (graças ao excelente trabalho do meu parceiro Diego Trávez e de sua assessora Laryssa Mariano). A entrevistadora era ótima, fez perguntas muito pertinentes e me deixou falar bastante (ôba!).

Assim deu para explicar direitinho que história é essa de desmodrômico de de onde surgiu o termo, além de esclarecer a questão do design thinking.

Dá só uma conferida!

17 abr

Animaris ou bestas da praia são os nomes que o engenheiro mecânico e artista holandês Theo Jansen usa para se referir às suas incríveis criaturas. Já queria explorar a Holanda faz tempo, mas agora não vai ter jeito mesmo. Além da espetacular Amsterdam e da famosa cidade de Erasmo (Rotterdam), vamos ter que reservar um tempo para passear um pouco em uma praia próxima a Scheveningen só para ver essas criaturas milagrosas.

Os animaris são construídos a partir de tubos de plástico e possuem um engenhoso sistema de armazenamento de ar construído a partir de garrafas PET que propele o sistema todo com a ajuda do vento. Depois das “bestas” soltas, os movimentos dependem apenas do vento; não se tem nenhum controle sobre elas; por isso parecem tão vivas.

Na verdade, Jansen brinca com isso desde os anos 90 do século passado e já tinha visto outro vídeo sensacional faz alguns anos. Agora estava pesquisando sobre inovação e achei impressionante como o trabalho dele continua cada vez mais surpreendente.

Coloquei isso na minha lista de coisas imperdíveis para se ver nesse mundão de meodeos. Dá uma olhada no vídeo abaixo e dê uma revisada na sua…

clip 1klein kl from Strandbeest on Vimeo.

29 nov

Há uns dias li uma matéria na Deutsche Welle sobre uma pesquisa que dizia que, ao contrário do resto do mundo, cujos xingamentos quase sempre têm conotação sexual, os alemães tem uma fixação por escatologia na hora de demonstrar indignação.

Isso quer dizer que nenhum alemão fica ofendido quando você descreve os pormenores do possível trabalho da mãe ou das mulheres da família dele, nem quando você o manda manter relações sexuais com alguém do outro sexo ou do mesmo (nossa, que difícil é descrever palavrões sem usar palavras chulas, mas tem que explicar certinho para a teoria fazer sentido…eheheh).

O filólogo Hans-Martin Gauger, autor da pesquisa, diz que os alemães são mais lógicos até na hora de xingar, pois um sentimento ruim tem que ser traduzido por uma coisa ruim, que não presta. E tem coisa pior que merda, nesse caso? Já as práticas sexuais usadas como xingamento não são intrinsecamente ruins, depende muito mais da preferência de cada um, portanto impróprias para descrever raiva ou desprezo.

Isso combina bem com a falta de erotismo que eu já tinha observado por aqui. Ao contrário de nós, os brasileiros, cujas músicas, propagandas, gestos, roupas, enfim, absolutamente tudo na nossa cultura remete ao sexo, os alemães simplesmente agem como se essa fosse uma área do comportamento completamente isolada do dia-a-dia. Eles tomam sol completamente nus nos parques, frequentam saunas mistas sem nenhuma malícia e ignoram a presença de uma deusa escultural no recinto; simplesmente nem olham.

Então, os piores palavrões aqui, se traduzidos ao pé da letra significam coisas como “maldita merda” ou “vem lamber minha bunda“.

Até aí tudo ok, parece bem coerente. Mas, gente, vi essa propaganda na TV e fiquei chocada! Jamais passaria pela cabeça de um publicitário brasileiro abordar o assunto dessa maneira; pois aqui, aparentemente, todo mundo achou super normal.

Vou descrever a história segundo meus parcos conhecimentos de alemão (se alguém aí for do nível C1 ou C2, por favor me corrija).

Um casal segue de carro por uma estrada e o homem parece bem entediado. Aí a mulher vê alguma coisa na paisagem que a deixa surpresa (mas não indignada): é uma montanha enorme em forma de bunda (sim, você leu direito). Ela pergunta o que é aquilo e o homem explica calmamente “ah, isso aí é o cu do mundo“. É que eles estão indo comprar móveis e têm que viajar para achar o que querem; para isso, vão muito longe. Corta e aparece um sujeito numa sala explicando (com uma imagem de uma bunda) que não é preciso ir tão longe para comprar móveis e luminárias bacanas; dá para fazer tudo confortavelmente pela internet (sim, pasmem, isso é uma propaganda de loja de móveis virtual). Não acredita?

Assista o vídeo e veja como o mundo é um lugar cheio de culturas diferentes, insuspeitadas e interessantíssimas…..ehehehehe

16 fev

Odaliscas alemãs

O carnaval é uma festa religiosa e, principalmente, católica. Como boa parte da Alemanha é protestante, aqui não rola muito essa celebração não (a não ser em Colônia; o carnaval lá é famoso). Mas isso não quer dizer que o pessoal não festeje.

No interior, em cidadezinhas pequenas onde há comunidades católicas, há comemoração sim; final de semana passada tivemos a honra de ser convidados para uma delas, já que essas festas não são abertas a turistas ou a pessoas de fora da região.

Bom, já começa que não tem um dia de carnaval, como a nossa terça-feira: é o mês de fevereiro inteirinho. Depois, os alemães têm o equivalente ao que seriam as nossas escolas de samba, só que, para eles, são clubes de carnaval. Isso significa que tem um povo que passa o ano inteiro preparando a festa para fazer bonito, exatamente como no Brasil. Mas as semelhanças param aí mesmo.

Por motivos óbvios, não dá para fazer um desfile de rua (acho que -22 °C caracteriza motivo óbvio, né?), então a apresentação acontece em clubes (nesse que a gente foi, na antiga Alemanha Oriental, eles usaram o lugar onde funcionava antes a sede local do partido).

Há equipes (que talvez pudessem equivaler às alas das escolas de samba) e uma banda (que poderia ser a nossa bateria). Os convidados ficam sentados assistindo ao espetáculo, que mais parece festa de fim de ano de escola. Teve homens dançando muito engraçadamente vestidos de odaliscas; mocinhas em coro cantando músicas românticas; senhores barrigudos contando piadas no melhor estilo do que em bom português chamaríamos de stand-up comedy; coreografias criativas e bem humoradas… enfim, diversão garantida. As almas mais simples serão tentadas a classificar o show como vergonha alheia, mas penso que vergonha mesmo é zoar com pessoas que estão genuinamente se divertindo; achei tudo muito divertido, de um jeito como há muito não via.

Pena que meu alemão nível indígena me impediu de entender as piadas (entendo palavras soltas e algumas frases; mesmo assim a capacidade de processamento ainda é muito lenta para a velocidade dos comediantes locais), mas as que meu personal intérprete conseguiu traduzir eram ótimas.

Todo mundo vai fantasiado e como o objetivo não é seduzir ninguém ou mostrar o silicone novo (os alemães parecem bem inocentes nesse quesito), fica tudo muito engraçado e desajeitado. Claro que tinha bispo, papa, presidiário, Darth Vader, enfermeiras, bruxas, sereias, cirurgiões, vikings e tudo mais. Como não sabia desse detalhe, fui no meu papel mais frequente aqui: alemã meio retardada (as pessoas acham que sou nativa e tentam conversar, mas o papo fica um pouco limitado…eheheh).

A festa dura o mês todo para que todas as cidadezinhas da região possam se apresentar e umas possam assistir às outras (que integração maravilhosa); deve haver um calendário cuidadosamente planejado para isso, claro.

O fato é que mais parece uma festa de família onde todo mundo se diverte de uma forma surpreendentemente pura; depois da apresentação toda, que dura umas duas horas regadas a chope e salsichão, nem eles aguentam mais a marchinha estilo Oktoberfest; aí entra em cena aquela banda que frequenta todos os nossos casamentos e formaturas e corre todo mundo pra pista (ôba!). Gente, o repertório é igualzinho.

Taí uma coisa mais universal que carnaval. Sucessos dos anos 60 a 80. Fato.

Seguem algumas fotos e o vídeo curtinho que fiz com um pot-pourri das apresentações.

Peguei emprestado do chefe do Conrado; mas calma que aqui os chifres não têm a mesma conotação...eheheheehh

Fim de baile carnavalesco ao som de Bee Gees :)

Clique no vídeo para ver algumas apresentações (a última é a melhor!). Se não começar automaticamente, clique aqui e vá direto no Youtube.


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Ah, esqueci de comentar um detalhe curiosíssimo; metade da festa para tudo por 15 minutos para que as pessoas possam ir lá fora fumar. O vício tem que ser muito forte mesmo para sair naquele frio….

3 dez

Finalmente achei o vídeo que estava procurando. Seguinte: como já expliquei aqui, vim para Berlin pela Alitalia. Pois quando entrei no avião, quase morri de felicidade quando vi que estava vazio (veja a inocência da pessoa). Viajar encapsulada por 12 horas em classe econômica não é das experiências mais agradáveis, então pegar 3 poltronas inteirinhas só para você é a sorte grande. Dá para deitar mais ou menos esticada e não chegar tão detonada.

Mas a alegria durou pouco. Não, não apareceram mais 2 alemães (ou, no caso, italianos) gigantes para sentar ao meu lado. Os bancos continuaram vazios, mas fiquei com vontade de picar o diploma do designer que fez uma coisa dessas (e fazer ele comer tudo pelas orelhas). Olha e vê se não é mesmo o caso da pessoa se descontrolar e apelar para a violência…

Pois é, até que consegui me encaixar mais ou menos, mas se pego o sujeito que fez essa barbaridade não me responsabilizo pelos meus atos. Um milhão de horas em classe econômica em voos lotados, é o que desejo para essa criatura das trevas que projetou essa poltrona!

14 out

Gente, não é por nada não, mas se eu fosse vocês não deixaria de ver esse vídeo. Vocês vão ver o quanto pode render para uma cidade ter um prédio que ia ser demolido ser ocupado por artistas. Fato.

Se você não conseguir ver o vídeo aqui no blog, pode ir direto no Youtube clicando aqui.

24 set

Dessa vez vamos conhecer um pouco do fascínio que os alemães têm por feirinhas de coisas usadas chamados Flohmarkt (plural: flohmärkte) que significa, literalmente, mercado de pulgas.

Gente, tem de tudo mesmo, não é brincadeira não; se duvidar, até pulga adestrada a pessoa corre o risco de encontrar num lugar desses. Na cidade tem um montão dessas feiras, mas a mais famosa, bacana e divertida é a que acontece no Mauer Park, em Prenzlauerberg. Vem dar uma voltinha e ver como é que a coisa acontece.

Se o vídeo não rodar automaticamente, você pode assisti-lo direto no Youtube, basta clicar aqui.

14 set

Nesse episódio a gente vai ver um pouco de Prenzlauer Berg, o bairro onde fica a escola onde eu estudo (GLS – German Language School). É um lugar colorido e muito interessante, acho que vocês vão gostar. Vamos lá?

Se o vídeo não funcionar, clique aqui e vá direto no Youtube.

26 ago

Já está no ar o segundo episódio da série; dessa vez vou mostrar uma exposição de ursos muito parecida com a cow parade que está acontecendo no centro da cidade. Vai ser difícil fazer um episódio mais colorido que esse, espero que vocês curtam!

Se o vídeo não rodar, clique aqui e vá direto no Youtube.

12 ago

Segue o primeiro episódio dos programinhas semanais sobre Berlin (pelo menos vou tentar manter a frequência, porque é divertido, mas dá uma trabalheira).

A tosquice faz parte, já que o orçamento da produção é zero, disponho apenas de câmeras fotográficas e não sou propriamente íntima do iMovie (software que estou usando para edição). Mas acho que dá para ter uma ideia e já tem material para vocês rirem um pouco.

Se o vídeo não rodar, clique aqui e vá direto no Youtube.

17 jul

Falando em TED, esse vídeo passou em um dos intervalos do TEDxFloripa. Gente, esse cara simplesmente matou a pau na maneira simples, didática e sensacional que usou para explicar porque devemos respeitar e ser tolerantes com ideias diferentes: simplesmente porque, mesmo que aparentemente contraditórias com as nossas, ambas podem estar certas!

O vídeo tem menos de 3 minutos e vai mudar sua maneira de ver o mundo (é só escolher a legenda em português, se tiver dificuldade de entender). Vai, que eu agarantio!! Depois me diz…

Se o vídeo não aparecer, clica aqui.

10 mar

Olha só que luxo: o poderoso Emílio Cerri, do Comgurus, me ligou ontem à noite só para dar a notícia. É que os designers do estúdio The Green Eyl bolaram um sistema de identidade visual mutante para comemorar o 25° aniversário do Media Lab, o famoso laboratório de desenvolvimento de novas tecnologias e inovação do MIT (Massachuttes Institute of Technology).

O conceito é bem a cara deles, completamente coerente com a identidade do laboratório — o símbolo, baseado em formas geométricas simples que simulam três focos de luz nas cores primárias, podem ser posicionados de várias maneiras diferentes. Eles fizeram um software que simula todas as combinações montando um mapa de opções onde cada funcionário, professor ou aluno pode escolher uma para colocar no cartão de visitas. Cada combinação escolhida fica reservada para a pessoa e ninguém mais pode usá-la.

É uma ideia bem bacana e completamente sintonizada com a proposta da organização, onde trabalham pessoas especiais e com áreas de formação bem distintas que se inspiram e se combinam mutuamente para desenvolver uma visão de um futuro. Eles também trabalham com o fato de que o significado de mídia e tecnologia estão constantemente sendo redefinidos.

Penso que não serve para todo mundo, principalmente porque os elementos precisam ser suficientemente simples e distintivos para que a marca não perca a capacidade de reconhecimento; assim, eu não caracterizaria como uma tendência, mas como uma maneira muito original de apresentar uma empresa que se distingue por projetos inovadores. Nota 10!

Obrigadão, Emílio!

Olha aqui o vídeo explicando as combinações.

MIT Media Lab Identity, 2011 from readyletsgo on Vimeo.

25 fev

Por conta da reforma aqui em casa, passei a manhã toda empilhando livros em caixas (as paredes precisam estar livres para a pintura). É claro que o trabalho rendeu só mesmo dor nas costas, porque a produtividade foi baixíssima. Cada querido que eu pegava na mão, não resistia e folheava algumas páginas. Sendo que minha biblioteca tem perto de 1.500 livros, imagina só quanto tempo levou. Agora acabei de achar isso aqui no Chongas, e achei genial. Mas acho que o cara que fez o stop motion levou muito mais tempo que eu para arrumar os livros, repara só.

Clicando na imagem, vai abrir uma janela no Youtube. Se não funcionar, clique aqui

17 fev

Recebi esse link por e-mail e pensei logo em postá-lo no blog duas motos, pois o assunto tinha mais a ver. Mas depois observei mais um pouco e, ao contrário do que achei no início, isso não é o trailer de um filme, mas uma propaganda do TC Bank de Taiwan, com 3 minutos de duração e baseada numa história real.

Para ser sincera, não vi muita relação entre a história e o anunciante. Mas o resultado ficou lindo, comovente, inesquecível.

Conta a história de cinco amigos taiwaneses, com idade média de 81 anos; um não escutava mais, outro tinha câncer, três tratavam de problemas cardíacos, todos sofriam de artrite degenerativa e pareciam bastante depressivos.  Depois de 6 meses de preparação, os rapazes rodaram mais de 1.000 km em 13 dias viajando por Taiwan. E digo rapazes porque tenho cada vez mais certeza: uma moto é uma máquina do tempo disfarçada.

Olha, não tenho vergonha de dizer: meus olhos se encheram de lágrimas. Quem viaja de moto vai entender; mas quem não viaja vai entender também.

Como por algum motivo obscuro não estou conseguindo inserir o vídeo, clique sobre a figura que vai abrir uma janela nova lá no Youtube para você assistir. Imperdível.

8 jan

Às vezes, a gente se revolta contra um fabricante e não tem razão, olha só o perigo. Essa foi a primeira viagem longa com minha bota nova, vendida como totalmente impermeável (Daytona Touring Star GTX). Depois de umas 5 horas de chuva forte, olha só a quantidade de água que saiu de dentro dela:

Minha primeira reação foi xingar muito, afinal, estava com os pés gelados e fazendo ploft ploft. Mas olhava, examinava, e não achava o furo (ainda mais nos dois pés). Então, depois de outra chuva forte, comecei a reparar melhor e finalmente descobri o que aconteceu.

Minha calça, que já está na quinta viagem, perdeu as propriedades impermeáveis. Quando molha abaixo do joelho, a água escorre por dentro da calça e se infiltra pelas meias. Como a bota é totalmente impermeável, não deixa a água sair (é um inferno para secar depois). Enfim, a culpa era da calça, não da bota. E eu já estava bolando uma carta indignada para o fabricante — já pensou o mico?

Isso me fez pensar numa das coisas que aprendi o ano passado: percepção e realidade são duas coisas diferentes. É importante não confundir as duas; o que parece óbvio merece sempre mais uma análise…

13 dez

Quando a gente pensa que já viu tudo em termos de relógio aparecem os designers Shay Carmon e Ben Klinger do Studio VE trazendo uma surpresa. Olha só que coisa mais louca essa dupla criou: um relógio cujo movimento dos ponteiros vai desdobrando uma espiral de papel, como se fosse um leque (ou uma borboleta). Achei show!!!

E tem até um filminho que mostra as possibilidades!

Achei no Fubiz.

Manifold Clock from Studio Ve on Vimeo.

1 nov

A sexta passada em Belo Horizonte foi bem produtiva: conheci o Daniel e o César da 2DA Branding & Design e fiquei encantada; os moços sabem tudo de branding e mostraram um case muito bacana.

Também visitamos a Bolt Comunicação Digital e fiquei sabendo que o Alexandre foi o criador da famosa Quinta Digital, evento que reúne o pessoal da área para discutir sobre o assunto e fazer networking.

Por fim, teve a Coddart, especializada em design de experiência. O Caio nos mostrou um trabalho que eles fizeram no lançamento do Novo Uno. Eles cuidaram da luz, som e sincronização de tudo isso junto, por meio de softwares específicos. A criação foi de outra empresa, mas é lindo ver quantas parcerias para fazer trabalhos sensacionais se faz na terra do pão de queijo. Olha e baba!

Reveal Novo UNO from Coddart | Digital by Design on Vimeo.

18 out

Orloj é o nome de uma torre com um relógio astronômico que fica em Praga, na República Tcheca (essa cidade está na minha lista faz tempo) que fez 600 anos neste ano.

Pois a empresa The macula, especializada em efeitos especiais usando luzes, fez um show tal que não consegui colocar o queixo no lugar até agora (tem outras coisas muito bacanas no site). Eles contam os 600 anos de história projetando imagens sobre a torre. O efeito é incrível, impressionante, fantástico, formidável. Gasta um tempinho aí para assistir, você não vai se arrepender!

Achei no Chongas.

12 out

Sabe aquela ladainha chata que acontece toda vez que o avião decola e as comissárias ficam explicando os procedimentos de emergência? Pois é, a Gol (ou a Tam, não me lembro) chega a enfatizar que é importante prestar atenção mesmo que a pessoa seja um passageiro frequente (eles sacaram que ninguém dá mais bola para aquilo).

Pois a companhia aérea Cebu Pacific, das Filipinas, inventou um jeito muito criativo de fazer o povo se motivar para a lenga-lenga: fazendo as comissárias dançarem ao som de Lady Gaga enquanto explicam tudo.

A coreografia é bem criativa (repare quando elas mostram a localização das portas de emergência), mas depois da terceira vez, acho que teriam que trocar a música. Penso até que essa seria uma bela oportunidade de fazer grudar o jingle da empresa na cabeça do passageiro; desce todo mundo do avião fazendo dancinha…eheheh

O medo é que aqui no Brasil alguém iria querer colocar um funk velocidade 5. Já pensou? Aahahahahah….

Achei a dica no Kibeloco.

20 set

Muita gente não faz coisas bacanas e usa a desculpa toda desfiada que é porque não tem recursos. Pois o recurso que se precisa é um só: um cérebro em boa forma!

Olha só o que os publicitários da agência Wieden+Kennedy conseguiram fazer com um telefone Nokia N8. O filminho é todo em stop motion (fotos tiradas em sequência) e não podia ser mais brilhante (sem falar na fofura). Clique e curta…

Achei no Noquedanblogs.