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	<title>Gestão Integrada - Identidade Corporativa e Design por Lígia Fascioni</title>
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		<title>Selva de pedra</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 15:33:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ligiafascioni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sempre defendi que a empresa não deve mentir quando se trata de traduzir sua identidade nas suas várias manifestações: gráficas, de ambiente, de comunicação, etc. Mas gente, olha essa instalação na frente de um banco de investimentos em Berlin! Forte, não acha? Não consegui identificar qual personagem representava o cliente e qual representava o banco. De qualquer maneira, parece até um manifesto anti-capitalismo, meio esquisito para ficar na fachada de um banco em posição de destaque.

Achei tenso, e você?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre defendi que a empresa não deve mentir quando se trata de traduzir sua identidade nas suas várias manifestações: gráficas, de ambiente, de comunicação, etc.</p>
<p>Mas gente, olha essa instalação na frente de um banco de investimentos em Berlin! Forte, não acha?</p>
<p>Não consegui identificar qual personagem representava o cliente e qual representava o banco. De qualquer maneira, parece até um manifesto anti-capitalismo, meio esquisito para ficar na fachada de um banco em posição de destaque.</p>
<p>Achei tenso, e você?</p>
<p><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0262.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-14309" title="IMG_0262" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0262-500x500.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
<p><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0261.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-14310" title="IMG_0261" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0261-500x500.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
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		<title>Bom demais para ir para o lixo</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 18:26:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ligiafascioni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um estudo da Universidade de Stuttgart descobriu que cada alemão joga fora, por ano, cerca de 82 kg de comida. Juntando a população do país todo, dá absurdas 6,7 milhões de toneladas por ano de comida jogada no lixo. E comida é uma coisa que dá trabalho produzir: requer muita água, muito espaço, muita gente trabalhando e queima um montão combustíveis fósseis no transporte. Em última instância, além de contribuir com a destruição do planeta, jogar comida fora é rasgar dinheiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem uma campanha do governo alemão rolando aqui que bem poderia ser reproduzida no Brasil. Chama-se &#8220;<em>Zu gut für die Tonne</em>&#8221; ou &#8220;<em>Bom demais para o lixo</em>&#8220;.</p>
<p>É o seguinte: um estudo da <a href="http://www.bmelv.de/SharedDocs/Downloads/Ernaehrung/WvL/Studie_Lebensmittelabfaelle_Kurzfassung.pdf?__blob=publicationFile" target="_blank">Universidade de Stuttgart</a> descobriu que cada alemão joga fora, por ano, cerca de 82 kg de comida. Juntando a população do país todo, dá absurdas 6,7 milhões de toneladas por ano de comida jogada no lixo. E comida é uma coisa que dá trabalho produzir: requer muita água, muito espaço, muita gente trabalhando e queima um montão combustíveis fósseis no transporte. Em última instância, além de contribuir com a destruição do planeta, jogar comida fora é rasgar dinheiro.</p>
<p>Só para se ter uma ideia, lá se vão 700 litros de água para produzir apenas 1 kg de maçã. Mais 1.300 litros para 1 kg de pão (considerando que tem que plantar o trigo e irrigá-lo). Para 1 kg de queijo, a conta fica em 5.000 litros. Se pensar em 1 kg de carne, mais 15.000 litros. Depois ninguém sabe porque o planeta está ameaçado e estamos todos indo para o buraco. Quantos milhões de litros de água a gente joga fora só em comida? E se considerar o transporte e o resto do impacto, então, é para dar vergonha mesmo.</p>
<p>A pergunta que não quer calar é: por que jogamos tanta comida fora? A campanha responde: primeiro, a gente compra mais do que precisa. Depois, não sabemos conservar os alimentos corretamente. Por último, não comemos direito.</p>
<p>A campanha dá dicas para comprar melhor (ex: não se deixar seduzir por promoções que forçam você levar para casa uma quantidade maior do que precisa; fazer um planejamento e sempre levar uma listinha, etc); para conservar melhor (ex: não encher demais a geladeira, embalar corretamente, dicas de como conservar cada tipo de alimento); e para comer melhor (ex: tem várias dicas e receitas para aproveitar sobras).</p>
<p>Eles distribuem cartões postais com receitas e dicas, além de espalhar vários cartazes pela cidade. Mas o mais legal são as garotas-propaganda da campanha. Olha só que fofuras!</p>
<p><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Kampagnenbild_Apfel.jpg"><img class="size-full wp-image-14300 alignnone" title="Kampagnenbild_Apfel" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Kampagnenbild_Apfel.jpg" alt="" width="480" height="250" /></a></p>
<p><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Kampagnenbild_Kaese-1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-14301" title="Kampagnenbild_Kaese-1" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Kampagnenbild_Kaese-1.jpg" alt="" width="480" height="250" /></a></p>
<p><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Kampagnenbild_Brot.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-14302" title="Kampagnenbild_Brot" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Kampagnenbild_Brot.jpg" alt="" width="480" height="250" /></a></p>
<p>Penso que a ideia podia também ser aplicada no Brasil, onde desconfio que a gente desperdice mais ainda (no nosso caso, o desperdício acontece até antes da gente comprar, durante o transporte e o armazenamento).</p>
<p>O site da campanha é esse aqui para quem quiser saber mais: <a href="http://www.zugutfuerdietonne.de" target="_blank">www.zugutfuerdietonne.de</a>.</p>
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		<title>IG Nobel: para duvidar, rir e pensar</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 14:21:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ligiafascioni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você já ouviu falar do prêmio IG Nobel? É um trocadilho bem-humorado do prêmio com a palavra ignóbil, ou infame. O IG Nobel é organizado pela Universidade de Harvard desde 1991. Os trabalhos são analisados por uma comissão multidisciplinar que inclui atletas, autoridades políticas e científicas, e vários ganhadores do Prêmio Nobel original. Olha só o tipo de trabalho que eles selecionam!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14295" class="wp-caption alignnone" style="width: 530px"><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/anthony-redpath5.png"><img class="size-full wp-image-14295 " title="anthony-redpath5" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/anthony-redpath5.png" alt="" width="520" height="301" /></a><p class="wp-caption-text">Fotografia: Anthony Redpath</p></div>
<p>Na semana passada(*) o mundo ficou conhecendo os ganhadores do Prêmio Nobel, que, de acordo com o testamento de Alfred Nobel, determina a premiação das descobertas que mais beneficiaram a humanidade. O prêmio é disputadíssimo e o sonho de consumo declarado de boa parte de gente que dedica a vida à pesquisa científica, à literatura e à política.</p>
<p>Mas o que muita gente não sabe é que nessa época são laureados também os ganhadores do IG Nobel, um trocadilho bem-humorado do prêmio com a palavra ignóbil, ou infame. O IG Nobel é organizado pela Universidade de Harvard desde 1991. Os trabalhos são analisados por uma comissão multidisciplinar que inclui atletas, autoridades políticas e científicas, e vários ganhadores do Prêmio Nobel original.</p>
<p>O objetivo é celebrar o incomum, honrar a imaginação e despertar o interesse das pessoas pela ciência, medicina e tecnologia, tudo com muito bom-humor. Nesses tempos de culto à inovação, nada mais bem-vindo.</p>
<p>A cerimônia acontece em Harvard para uma exclusiva audiência de 1.200 pessoas e a platéia tem o tradicional hábito de jogar aviõezinhos de papel no palco durante o evento. Assim, laureados com o Nobel (sim, aqueles sisudos cientistas ganhadores dos prêmios de física, química e economia, entre outros) varrem (sim, com vassouras mesmo) os aviõezinhos no palco. Eles se protegem com chapéus chineses para não serem atingidos pelos petardos e passam a cerimônia inteira varrendo. Às vezes interrompem a labuta para entregar algum prêmio, pois todos os IG Nobel são entregues por Nobels autênticos.</p>
<p>A idéia é contemplar pesquisas e patentes improváveis. Os premiados de cada ano têm os seus artigos publicados em um livro com uma linguagem mais acessível. Veja alguns exemplos de ganhadores:</p>
<p>Neste ano, Gregg Miller, de Missouri, ganhou o prêmio de medicina por ter inventado e patenteado uma prótese artificial de testículos para animais de estimação castrados. A prótese é vendida em vários tamanhos nas versões <em>Original</em> (rígida), <em>Natural</em> (macia) e <em>Ultra-plus</em> (super-macia).</p>
<p>Pesquisadores da Universidade de <em>Newcastle</em>, na Inglaterra, levaram o prêmio por submeter gafanhotos a trechos escolhidos do filme Guerra nas Estrelas e monitorar a sua atividade cerebral. O trabalho foi publicado no respeitado <em>Journal of Neurophysiology</em> em 1992.</p>
<p>Na área de economia, Gauri Nanda, do celebrado <em>Massachusetts Institute of Technology</em> defendeu o uso de sua invenção, o despertador que toca e se esconde repetidamente, como fator para o aumento da produtividade de trabalhadores.</p>
<p>A Universidade de <em>Minnesota</em> levou o prêmio de química com o inusitado trabalho investigativo concebido para responder à seguinte pergunta: as pessoas nadam mais rápido na água ou no xarope?</p>
<p>Em biologia, uma equipe de estudiosos de várias universidades espalhadas pelo mundo se uniu para pesquisar os odores das secreções expelidas por 131 espécies de sapos quando submetidos a situações de stress.</p>
<p>O destaque para a área de dinâmica dos fluidos foi para o trabalho desenvolvido por pesquisadores alemães, finlandeses e húngaros, que estudaram a pressão produzida por um pingüim quando ele produz flatulências e defeca. Os gráficos e cálculos são impressionantes!</p>
<p>Dois trabalhos fantásticos premiados na categoria medicina em anos anteriores: uma equipe da Universidade de <em>Detroit</em> se concentrou em analisar o efeito da música country em suicidas e a <em>University College of London</em> mostrou evidências científicas que os motoristas de táxi londrinos possuem o cérebro mais desenvolvido que a média dos moradores de Londres. Essa prestigiosa universidade contribuiu também com o incrível estudo sobre a assimetira escrotal de homens em esculturas antigas.</p>
<p>Ainda em medicina, merece destaque o trabalho de Peter Barss da <em>McGill University</em> que analisou os danos causados nas pessoas provocados por quedas de côcos. Ele publicou o artigo no famoso <em>The Journal of Trauma</em>.</p>
<p>Em química, um dos prêmios foi para o estudo de uma universidade japonesa sobre o motivo pelo qual a estátua de bronze localizada na cidade de Kanazawa não atrai pombos.</p>
<p>Estudos de psicologia impressionaram a comissão julgadora, que premiou o trabalho realizado na Holanda sobre o primeiro caso cientificamente comprovado de necrofilia homossexual praticada por um pato selvagem. Tem também o estudo da Universidade de Estocolmo que explica as razões científicas pelas quais as galinhas preferem as pessoas bonitas.</p>
<p>Ainda sobre animais, estudiosos japoneses publicaram no <em>Journal of the Experimental Analysis of Behavior</em> um relevante artigo em que relatam um método para treinar pombos para diferenciarem uma pintura de Monet de outra de Picasso.</p>
<p>Em física, cabe destacar a experiência realizada por estudiosos ingleses e holandeses que descreveram a experiência de fazer um sapo levitar com o auxílio de magnetos. A Universidade inglesa de <em>Aston</em> finalmente provou cientificamente porque o pão sempre cai com a manteiga para baixo. Um utilíssimo software que detecta automaticamente quando um gato caminha sobre o teclado do computador também foi premiado.</p>
<p>Matemática e estatística são duas grandes fontes inspiradoras para o IG Nobel: um indiano publicou no <em>Veterinary Research Communications</em>, o cálculo da área total de superfície ocupada por todos os elefantes indianos. Mas o artigo de estatística que mais provocou curiosidade foi o que descreveu as relações métricas entre o peso, o comprimento do pênis e o tamanho dos pés de um homem, realizado por pesquisadores das Universidades de Toronto e Alberta, no Canadá. Ficou curioso? Na conclusão do trabalho eles provaram que não há uma relação entre as medidas, isso não passa de um mito!</p>
<p>Os organizadores do IG Nobel lembram que os trabalhos premiados têm uma característica em comum: primeiro as pessoas não acreditam que alguém possa tê-los feito; depois elas riem; ao final, pensam.</p>
<p>De tudo isso, o que se tira é que o desenvolvimento humano precisa do inusitado, do improvável, do incomum, do ousado e do ridículo para acontecer. E, mais do que tudo, da capacidade de rir de si próprio, mesmo que você seja uma celebridade ganhadora do Prêmio Nobel.</p>
<p>Quer saber mais sobre o IG Nobel? Vá lá: <a href="http://www.improbable.com/" target="_blank">http://www.improbable.com</a></p>
<p>&#8212;&#8211;</p>
<p>(*) Esse texto é de 2005, mas como ando lendo muita coisa sobre inovação, não podia deixar de compartilhá-lo. Vou dar uma pesquisada e postar os ganhadores mais recentes nas próximas semanas; aguardem!</p>
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		<title>O universo paralelo dos publicitários</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 16:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ligiafascioni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa é para o povo que vive reclamando que quem vê as propagandas brasileiras pensa que a gente vive na Noruega, tal a fartura de gente loira de olhos azuis e a ausência quase completa de morenice. Pois parece que essa doença "a grama do vizinho é sempre mais bonita" acomete os publicitários daqui também.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é para o povo que vive reclamando que quem vê as propagandas brasileiras pensa que a gente vive na Noruega, tal a fartura de gente loira de olhos azuis e a ausência quase completa de morenice. Pois parece que essa doença &#8220;<em>a grama do vizinho é sempre mais bonita</em>&#8221; acomete os publicitários daqui também.</p>
<p>Calculem comigo: quantas vezes uma alemã precisa morrer e nascer de novo na Bahia para chegar numa cor dessas? Ainda mais considerando que o verão aqui às vezes cai na quarta-feira, o que dificulta todo mundo participar do churrasco de gente.</p>
<p>Olha, o pessoal reclama do uso indiscriminado do Photoshop, mas a H&amp;M humilhou as branquelas com essa propaganda de biquínis, viu?</p>
<p><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0250.jpg"><img class="size-full wp-image-14285 alignnone" title="IMG_0250" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0250.jpg" alt="" width="180" height="300" /></a> <a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0251.jpg"><img class="size-full wp-image-14286 alignnone" title="IMG_0251" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0251.jpg" alt="" width="180" /></a> <a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0252.jpg"><img class="size-full wp-image-14287 alignnone" title="IMG_0252" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0252.jpg" alt="" width="180" /></a></p>
<p>Tomara que não venda nada, só de birra&#8230;</p>
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		<title>Superstição cidadã</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 18:33:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ligiafascioni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A obra da vez é "The story factor: inspiration, influence, and persuasion through the art of storytelling", de Annette Simmons.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/pics_023.jpg"><img class="size-large wp-image-14262 alignnone" title="pics_023" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/pics_023-500x373.jpg" alt="" width="500" height="373" /></a></p>
<p>Contar histórias sempre foi uma coisa bacana, mas agora virou <em>hype</em>, e inclusive ganhou um nome <em>fashion</em> à altura: agora só se fala em <em>storytelling</em>.</p>
<p>Pois eu não queria ficar de fora dessa e juntei mais um livro à minha coleção dedicada ao tema. A obra da vez é &#8220;<em>The story factor: inspiration, influence, and persuasion through the art of storytelling</em>&#8220;, de Annette Simmons.</p>
<p>Que contar histórias é uma arte antiquíssima e desde sempre valorizada não é novidade nenhuma (vide a Bíblia, a Ilíada e as mil e uma noites de Sherazade, só para citar alguns velhos e batidos exemplos). Mas não faz assim tanto tempo que o mundo dos negócios se deu conta do poder da ferramenta; pois é desse café que a autora quer beber.</p>
<p>Annette começa citando uma frase linda de Isak Dinesen: &#8220;<em>Ser uma pessoa é ter uma história para contar</em>&#8220;. Ela não diz, mas penso que se os entrevistadores de emprego se dessem conta disso, relaxariam e simplesmente pediriam para o candidato contar sua história. Dá para saber quase tudo: o que ele valoriza, como enfrenta as situações, se é vaidoso, se é realmente proativo, se sabe de fato trabalhar em equipe, se sabe ou não compartilhar méritos, se tem peninha de si mesmo ou se gosta de desafios. Muito melhor e mais divertido do que ficar esperando ele dizer que seu maior defeito é ser perfeccionista, convenhamos.</p>
<p>A ideia central é usar as histórias para influenciar o comportamento das pessoas; ela defende que é muito melhor você demonstrar quem é por meio de uma <em>personal</em> novelinha do que ficar exibindo com falsa modéstia suas qualidades. Mas atenção, a moça adverte: jamais subestime a inteligência de quem está ouvindo. E enfatiza: &#8220;<em>jamais, jamais, jamais conte uma história para alguém que você não respeita</em>&#8220;. A pessoa percebe instantaneamente e sim, vai interpretar isso da maneira que você imagina.</p>
<p>A autora diz que a galera não precisa de mais informações; já está afogada nelas. O que o pessoal realmente quer é acreditar (em você, nos seus objetivos, na sua visão, na história que você tem para contar). Ela brinca que a fé é que move montanhas, não os fatos. E a fé é despertada por histórias, fato.</p>
<p>Annette diz que a história é como se fosse uma roupa que a verdade veste para que as pessoas possam se abrir para recebê-la (sim, as mentiras ficam com o bumbum de fora e todo mundo percebe). Se a verdade ficar batendo nas casas nua em pelo, o povo se assusta não abre a porta de jeito nenhum.</p>
<p>Ela ainda diz que a diferença entre dar exemplos e contar uma história está nos elementos de emoção e nos detalhes sensoriais dessa última. Isso faz com que as histórias, ao contrário dos simples fatos, sejam multidimensionais, e por isso, muito mais poderosas.</p>
<p>Simmons defende que os treinamentos das empresas não deviam usar regras escritas, pois elas ignoram completamente a mente de quem está na ação. Se em vez de princípios e receitas de comportamento, os profissionais fossem treinados com histórias, eles poderiam ser mais criativos na hora de resolver problemas.</p>
<p>Ainda não cheguei no final do livro (que tem poucas histórias para o meu gosto, apesar de muito interessante), mas até agora não se falou que essa poderosa ferramenta também tem um potencial enorme para múltiplas e indesejadas interpretações, completamente fora do controle de quem quer que seja (olha só o que fizeram com as parábolas da Bíblia). O negócio de fato tem poder, mas penso que não é para amadores não&#8230;</p>
<p>De qualquer maneira, lembrei-me da ótima contadora de histórias <a href="http://noticias.r7.com/blogs/querido-leitor/" target="_blank">Rosana Hermann</a> (que, não por acaso, é roteirista profissional entre outras coisas). Estávamos conversando sobre o assunto e ela compartilhou comigo uma teoria genial que adorei.  A Rosana diz que, no Brasil, as pessoas não mudam o comportamento simplesmente pela exposição dos fatos; elas querem histórias que conquistem e seduzam.</p>
<p>A ideia da moça é aproveitar as superstições que já são tão presentes na nossa cultura para mudar comportamentos. O plano é inventar novas superstições e espalhá-las massivamente com histórias do tipo: fazer xixi no muro faz o pinto do machão murchar depois de um tempo, ou; roubar dinheiro público provoca doenças fatais na família inteira da pessoa, ou; desviar verba da merenda faz o dedão do pé cair, ou; roubar celular faz o larápio ficar manco da perna esquerda para sempre&#8230; enfim&#8230; criatividade é o que não nos falta, nem bom-humor. E as pessoas acreditam em qualquer coisa apresentada com um mínimo de consistência (vide as franquias religiosas que proliferam desenfreadamente e as correntes de <em>hoax</em> não me deixam mentir).</p>
<p>Como a Rosana, acredito que isso que ela chama de &#8220;<em>superstição cidadã</em>&#8221; (nome mais que ótimo, nénão?) funcionaria muito mais do que qualquer outra campanha feita até agora. O pessoal adora acreditar em qualquer coisa, então vamos usar isso para o bem!</p>
<p>Por falar nisso, você sabia que as pessoas que param de ler minha coluna toda semana ficam impossibilitadas de soletrar a palavra <em>superstição</em> para o resto da vida? Olha, acho melhor não arriscar, vai que&#8230;</p>
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		<title>A loira e o cadeado</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 16:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ligiafascioni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Parece que não tenho sorte mesmo no meu relacionamento com cadeados (será que Freud explica?). Hoje fui na academia e tranquei tudo no armário. Passei no banheiro antes de começar a malhação e, quando vou lavar as mãos... a chave cai dentro do ralo da pia. Momentos de tensão e horror. E agora?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14240" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Sacha-Goldberger339929.jpg"><img class="size-large wp-image-14240 " title="Sacha Goldberger339929" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Sacha-Goldberger339929-500x332.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">Fotografia: Sacha Goldberger</p></div>
<p>Parece que não tenho sorte mesmo no meu relacionamento com cadeados (será que Freud explica?). Hoje fui na academia e tranquei tudo no armário. Passei no banheiro antes de começar a malhação e, quando vou lavar as mãos&#8230; a chave cai dentro do ralo da pia. Momentos de tensão e horror. E agora?</p>
<p>Normalmente amarro-a no tênis com o cadarço, mas nem sei porque hoje me esqueci. O fato é que a bolsa, o telefone, a chave de casa, tudo ficou trancado naquela catacumba esportiva. E o Conrado viajando, para dar mais emoção.</p>
<p>Bom, botei o pânico no cabresto e fui até a recepção pedir ajuda. Falei num inglemão para ninguém botar defeito (a moça só entendeu porque estava de boa vontade), pois deu <em>tilt</em> no meu <em>célebro</em> (misturei palavras das duas línguas na mesma frase e ficou um horror linguístico). A linda se comoveu e chamou o gerente.</p>
<p>O &#8220;simpático&#8221; me deu aquela bronca que os alemães sabem dar tão bem e disse que não podia fazer nada, que eu voltasse amanhã. Eu perguntei: &#8220;como, se não posso voltar para casa porque a chave está lá dentro?&#8221;. Ele olhou para mim com cara de &#8220;não quero nem saber, quem mandou ser monga&#8221; e saiu, dando seu trabalho por terminado.</p>
<p>A moça viu meu desespero, desencantou sei lá de onde uma chave inglesa enorme e subiu no banheiro comigo. Conseguimos desatarraxar o joelho do cano da pia e resgatar a polêmica e minúscula chave.</p>
<p>Menina muito fofa essa Emine; muito mais competente que o gerente. Foi super gentil e resolveu o problema rapidamente (nem a Mulher-Maravilha faria melhor). Se meu alemão fosse mais decente, escreveria uma carta para a dona da academia descrevendo o ocorrido (mas vai saber se a dona não é do mesmo time que o gerente, né?).</p>
<p>Amanhã vou correndo comprar um cadeado de segredo, mas serei esperta o suficiente para esperar o Conrado chegar na quinta para eu ter certeza de que entendi bem as instruções. Da última vez não deu muito certo (venha gargalhar da minha face <a href="http://www.ligiafascioni.com.br/2011/12/sorteio-imperdivel/">aqui</a>).</p>
<p>Amanhã vou levar um presente para a moça que salvou minha vida. O que vocês acham de mandar aquele cadeado vermelho eternamente trancado de lembrança para o gerente? Achei que seria um acessório perfeito para um mala sem alça e sem noção como ele&#8230;rsrsrs</p>
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		<title>Dourado x verde</title>
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		<pubDate>Sun, 06 May 2012 20:18:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ligiafascioni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais um antes &#038; depois para quem curte: dessa vez o contraste é entre o outono, quando a cidade se tinge de dourado, e a primavera, quando as folhas novinhas ficam verdes de doer.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um antes &amp; depois para quem curte: dessa vez o contraste é entre o outono, quando a cidade se tinge de dourado, e a primavera, quando as folhas novinhas ficam verdes de doer.</p>
<p>Olha que lindo!</p>
<p><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/L1020586.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-14232" title="L1020586" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/L1020586-341x500.jpg" alt="" width="265" /></a><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0014.jpg"><img class="size-large wp-image-14233 alignnone" title="IMG_0014" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0014-342x500.jpg" alt="" width="265" /></a></p>
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		<title>Ruiva metida</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 16:28:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ligiafascioni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gente, tem uma árvore aqui no meu "quintal" que está me tirando do sério. Cada vez que o sol bate, não consigo me concentrar no que estou fazendo, só quero saber de ficar olhando para essa linda. Devia ser proibido uma árvore ser assim, todinha vermelha, só para aparecer mais que suas amigas recém-verdinhas. 

Exibida, é o que ela é.

Adoro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gente, tem uma árvore aqui no meu &#8220;quintal&#8221; que está me tirando do sério. Cada vez que o sol bate, não consigo me concentrar no que estou fazendo, só quero saber de ficar olhando para essa linda. Devia ser proibido uma árvore ser assim, todinha vermelha, só para aparecer mais que suas amigas recém-verdinhas.</p>
<p>Exibida, é o que ela é.</p>
<p><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0197.jpg"><img class="size-large wp-image-14225 alignnone" title="IMG_0197" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0197-500x500.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
<p>Para completar, de vez em quando ainda aparece um lépido esquilo da mesma cor passeando por aqui. Mas o rapaz é muito rápido, ainda não consegui fofografar o fofo.</p>
<p>Como é que a pessoa vai conseguir trabalhar podendo ver essa dupla ruiva pela janela? Assim não dá, viu?</p>
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		<title>Querida Rosana</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 22:27:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Gente, essa internet é uma coisa tão sensacional que não dá nem pra falar, viu? Estava eu tranquilamente indo para a aula de metrô  e olhando meus twits quando vejo um post da Rosana Hermann (@rosana), dona do lendário Querido Leitor e pioneira das redes sociais no Brasil, dizendo que estava em Berlin.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0191.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-14218" title="IMG_0191" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0191-255x300.jpg" alt="" width="255" height="300" /></a>Gente, essa internet é uma coisa tão sensacional que não dá nem pra falar, viu? Estava eu tranquilamente indo para a aula de metrô e olhando meus twits quando vejo um post da <strong>Rosana Hermann</strong> (<a href="https://twitter.com/#!/rosana" target="_blank">@rosana</a>), dona do lendário <a href="http://noticias.r7.com/blogs/querido-leitor/" target="_blank">Querido Leitor</a> e pioneira das redes sociais no Brasil, dizendo que estava em Berlin.</p>
<p>É que em 2008 a moça ganhou o prêmio <strong>The Bobs</strong>, outorgado pela <em>Deutsche Welle,</em> como melhor blog do mundo em língua portuguesa. Por causa disso e por todo o seu vasto e variado currículo, agora ela é jurada do prêmio e vem todo ano aqui para ajudar a escolher o melhor da internet pelo mundo.</p>
<p>Gente, repara o naipe da indivídua: ela é Física formada pela USP, com mestrado em física nuclear, faz o blog da Skype no Brasil, é gerente de criação e inovação no portal R7, dá aulas de roteiro na Faap e ainda encontra tempo para dar palestras. Fora todo o histórico na televisão em vários canais, como apresentadora, diretora e roteirista. Tem como não amar?</p>
<p>Pois usei toda a minha cara de pau e convidei-a para tomar um café, bem na cara dura mesmo. E não é que ela me respondeu quase na mesma hora e, dias depois, cá estamos nós, jantando e falando pelos cotovelos?</p>
<p>Sabe quando a conversa rende e você aprende um montão de coisas, além de ter vários <em>insights</em>, ideias, e gostar muito mesmo do tempo que passou com a pessoa? Acho que saiu até faísca do nosso papo, de tanto que a gente falou, falou e falou. Muito legal esse Twitter.</p>
<p>Rosana, adorei. Ano que vem reserva um dia para a gente fofocar de novo!</p>
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		<title>Enxame do charme</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 18:33:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Todo ano, no dia primeiro de maio, é declarada a abertura oficial da temporada de Vespas nas ruas de Berlin (sim, aquelas lambretinhas charmosésimas). Aqui não tem aquelas CGs ou Titans feinhas; vai todo mundo de Vespa, esbanjando charme e glamour pela cidade (há motoboys sim, mas eles andam de bicicleta, vejam vocês).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sou só eu que fico radiante quando chega a primavera (ainda bem). Para se ter uma ideia, todo ano, no dia primeiro de maio, é declarada a <em>abertura oficial da temporada de Vespas nas ruas de Berlin</em> (sim, aquelas lambretinhas charmosésimas). Aqui não tem aquelas CGs ou Titans feinhas; vai todo mundo de Vespa, esbanjando charme e <em>glamour</em> pela cidade (há <em>motoboys</em> sim, mas eles andam de bicicleta, vejam vocês).</p>
<p>É que a maioria das possantes passa o inverno hibernando (como as nossas queridas <a href="http://www.duasmotos.com" target="_blank">duasmotos</a>) e imaginem só a alegria de poder ver o sol de novo.</p>
<p>Pois o enxame se reuniu todo na <em>Winterfeldplatz</em> nesse feriado e a gente foi lá ver o festival de belezinhas. As máquinas eram lindas, mas as pessoas não ficavam atrás não. Sobe na garupa e vem!</p>
<div id="attachment_14207" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0020.jpg"><img class="size-large wp-image-14207" title="IMG_0020" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0020-500x353.jpg" alt="" width="500" height="353" /></a><p class="wp-caption-text">Fala sério: não são lindas?</p></div>
<div id="attachment_14208" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0054.jpg"><img class="size-full wp-image-14208 " title="IMG_0054" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0054.jpg" alt="" width="500" /></a><p class="wp-caption-text">Os alemães nunca perdem a oportunidade de fazer a fotossíntese, mesmo que seja só num cantinho da praça</p></div>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/L1030457.jpg"><img title="L1030457" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/L1030457-500x281.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">Essa moça de vestido de bolinhas era puro charme; fez o maior sucesso</p></div>
<div id="attachment_14210" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/L1030441.jpg"><img class="size-large wp-image-14210" title="L1030441" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/L1030441-500x280.jpg" alt="" width="500" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Meu limão, meu limoeiro....</p></div>
<div id="attachment_14209" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0115.jpg"><img class="size-full wp-image-14209 " title="IMG_0115" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/IMG_0115.jpg" alt="" width="500" /></a><p class="wp-caption-text">Frau Pink, toda combinandinha <img src='http://www.ligiafascioni.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p></div>
<div id="attachment_14212" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/L1030537.jpg"><img class="size-large wp-image-14212" title="L1030537" src="http://www.ligiafascioni.com.br/wp-content/uploads/2012/05/L1030537-500x400.jpg" alt="" width="500" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Levou nosso prêmio de casal mais exótico: o tiozinho era pequeno e combinava com a Vespa, mas a moça tinha quase a altura dele só de pernas!</p></div>
<p>Tem mais um monte de fotos bacanas e curiosidades. Quer ver mais? Clique <a href="http://www.flickr.com/photos/35074730@N06/sets/72157629577569176/" target="_blank">aqui</a> e vá lá no <a href="http://www.flickr.com/photos/35074730@N06/sets/72157629577569176/" target="_blank">Flickr</a>.</p>
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