Mais
Crise de identidade
As aparências enganam?
A identidade corporativa é o que a empresa é, a imagem, o que ela parece ser. O trabalho da Gestão Integrada da Identidade Corporativa® é ajudar a empresa a descobrir quem ela é (sua identidade) e depois comunicar isso de maneira coerente, fazendo-a parecer quem realmente é. Mas está cheio de empresa por aí que tem uma imagem bastante confusa. Quem serão essas empresas? Será que elas sabem?
É importante observar que esses casos são reais e nenhuma informação foi omitida. O objetivo é apenas fazer uma análise, e não ridicularizar ou diminuir as empresas citadas.
![]()
Mensagens equivocadas…
Se você achou o exercício legal e tem algum exemplo para enviar, escreva. Mas por favor, verifique se é realmente um caso de disparidade entre o que se esperaria da identidade da empresa e o que ela está comunicando. Aquelas placas que andam pela Internet com nomes engraçados não caracterizam crise de indentidade. São mais do que apropriadas e comunicam muito bem o que o estabelecimento é…
Se você faz assessoria de imagem, então a sua tem que ser bem bacana, concorda? Além da moça mal-encarada, não dá para dizer que o cartaz que divulga os serviços seja um exemplo de boa imagem… |
Gostei do otimisto. Mas se essa é a capa do jornal “Ótimo”, como será a do “Péssimo”? |
Menos de 500.000 o quê? Descobri o mistério depois de anos, olha aqui. |
Anônima é quem não quer ser reconhecida. Então, para que colocar uma placa desse tamanho na frente? |
Aqui existe uma contradição gráfica: a partícula mini, que significa pequeno, ou menor, está gigante. Por causa da separação meio bizarra, ressaltou-se também a palavra “ature”, nada positiva para um estabelecimento comercial que pretende encantar e seduzir seus clientes. |
Aqui temos um problema de eufonia. Leia em voz alta bem rápido e veja se não é mesmo. A pose do garoto propaganda também não ajuda a desfazer a impressão… |
O rótulo está bem simpático com essas frutinhas coloridas, combinando com a marca de doces. Pena que isso é molho de tomate. Quer diversificar os negócios? Melhor pensar bem antes de escolher um nome limitador… |
No mundo todo, os gurus do branding dizem que o nome deve ser simples para que as pessoas gravem. Mas o que é essa sopa de letrinhas? |
Se você vai cortar o cabelo de novo, então o que tinha antes passa a ser um ex-corte. faz sentido. |
Seria esse o reservatório mais adequado para “a melhor água do mundo”? |
Essa é uma rede de lojas de produtos importados baratinhos made in China. Será que o nome tem a ver com a origem dos produtos? |
Lingeries (inclusive cuecas!) que promovem a queda livre do corpo, tô fora. Sempre achei que a ideia por trás do uso de roupas íntimas fosse mitigar os efeitos da gravidade… |
Será que eles escreveram “Sino mês” querendo dizer “belo monte” de um jeito mais chique? |
Contradição: serifas são aquelas “perninhas” que fazem o acabamento das letras. Exatamente o que não tem na fonte tipográfica usada na marca. |
Restaurante a quilo com nome de sobra? Melhor seria não fazer a associação… |
Demorei um tempão para reconhecer a pegadinha da raquete formada pelo prato e o garfo, complementando o trocadilho com “Roland Garros“. Infelizmente, a primeira impressão foi um alerta sobre o destino das sobras de arroz servido lá. |
Isso é uma loja de produtos ortopédicos para quem está meio estropiado ou uma sex shop? |
Qualquer número multiplicado por 1.000.000 vira mega. Você gostaria de um preço assim? |
Olha que nome mais inspirado para uma empresa que se dispõe a cuidar da lataria do seu carro. |
Requinte e Chique no Úrtimo. É uma dupla que já diz tudo! |
Festival de contradições: uma pizzaria oriental (hã?) que não vende pizza; apenas salgados e doces. |
Será que eles quiseram dizer avantajada? |
Eu nunca tinha ouvido falar que pinguins fossem bichos tão velozes… |
Olha o que acontece quando o designer se equivoca na escolha da fonte tipográfica. Não é o que você está pensando não, olha o endereço do site. |





























Copyright © Lígia Fascioni 2011.