Dentro d’água

Pensa numa pessoa que tem talento para contar uma história complicada e cheia de nuances. Pois Paula Hawkins, que eu já conhecia de “The girl on the train” se superou nesse segundo romance.

Um thriller que é contado como um bordado; pouco a pouco os muitos mistérios vão se apresentando e tudo começa a fazer sentido.

Into the Water” se passa numa cidadezinha à beira de um rio no interior da Inglaterra. O curso d’água perpassa a cidade toda e tem uma parte, ao pé de um penhasco, que parece uma piscina. Nesse lugar, algumas mulheres morreram afogadas em circunstâncias misteriosas. 

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Pense novamente

Adam Grant nunca me decepciona! Depois do maravilhoso “Give and Take” e do originalíssimo “Originals“, esse ano ele lançou “Think Again: the power of knowing what you don’t know” (algo como “Pense novamente: o poder de saber que você não sabe”).

Adam começa dizendo que a inteligência tradicional é vista como a capacidade de pensar e aprender, mas, nesse mundo turbulento, outras duas tão ou mais importantes habilidades devem ser acrescentadas: repensar e desaprender.

Ele descreve o experimento feito com estudantes para os quais, depois de terminada uma prova, foi dado um tempo adicional para que eles revisassem as respostas (se quisessem). 

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Bola de raios

Como uma pessoa pode ser tão criativa, minha gente? Nunca me canso de me encantar com escritores, em especial os de ficção científica. 

O chinês Cixin Liu foi uma das maravilhosas descobertas nessa área; depois da trilogia iniciada com o “The three body problem”, fiquei curiosa para descobrir até onde vai a capacidade criativa desse moço.

No ótimo “Ball Lightning” (tradução livre: “Bola de raios, ou Bola Relâmpago”), ele desenvolve toda uma história fantástica a partir de um fenômeno físico ainda não explicado. 

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Mantenha uma distância divertida!

Vai aqui de novo mais um exemplo dessa empresa que não cansa de surpreender, a BVG, transporte público de Berlim.

Minha personal ícone da propaganda, ela sempre usa o humor de um jeito muito especial!Agora tem, em algumas estações de metrô e de trem, adesivos no chão explicando para as pessoas qual é a distância segura para evitar a contaminação por Corona Vírus, mas usando unidades de medida que os berlinenses entendem…rs

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Flow

Flow, The psychology of optimal experience” (tradução livre: “Fluxo: a psicologia da ótima experiência“), de Mihaly Csikszentmihalyi, é uma belíssima surpresa. Resultado de décadas de pesquisa sobre os aspectos positivos da experiência humana, Mihaly chamou alegria, criatividade e o processo de total envolvimento com a vida de FLOW (eu prefiro usar o termo original, sei lá por que; acho que flui mais…rs).

O bacana é que o livro não é um manual de autoajuda com dicas para ser feliz, até porque, segundo o autor, isso é impossível, uma vez que uma vida feliz é uma criação individual e não pode ser copiada como uma receita.

O que ele faz é definir alguns princípios e dar alguns exemplos de como usar esses princípios para transformar uma vida chata e entediante em uma vivência cheia de alegria. 

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Os sonhadores

Eu já havia me encantado pela obra dessa autora quando li “The age of miracles“. Pois esses dias, quando fiz a versão em audio para o podcast “Minha estante colorida“, acabei fazendo uma revisão e descobrindo que ela havia lançado um novo título em 2019. Comprei, claro.

The dreamers” (Tradução livre: “Os sonhadores”), de Karen Thompson Walker, guarda alguma semelhança com a obra anterior, e talvez por isso eu tenha gostado tanto.

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Histórias de bastidores

Essa foto foi tirada pela queridíssima amiga Carla da Silva e agora vou revelar os segredos dos bastidores…rs

Era setembro do ano passado e fomos passar alguns dias em Copenhagen. Passagem comprada, tudo reservado quando aparece uma oportunidade de trabalho: ser mestre de cerimônias de um evento de inovação online no Brasil. Nunca tinha feito isso, mas como resistir à tentação?

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Cercada por idiotas

Você já reparou que nunca existiram tantos idiotas no mundo como agora? A gente está simplesmente cercado por esses seres que não conseguem entender como o mundo funciona. Tem coisa mais irritante?

Claro que não. Por isso Thomas Erikson escreveu “Surrounded by idiots: the four types of human behaviour and how to effectively communicate with each in business (and in life)” (tradução livre: “Cercado por idiotas: os 4 tipos de comportamento humano e como se comunicar efetivamente com cada um deles nos negócios (e na vida)”).

O autor começa definindo o conceito de idiota: todo mundo que não vê o mundo da mesma forma que a gente vê. Tapão, hein?

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Pense como um cientista de foguetes

Tem uma expressão inglês para quando gente quer dizer que uma coisa não é tão difícil; aí fala “ah, vá! Isso não é ciência de foguetes”.

É que ciência de foguetes é, de fato, uma coisa muito complicada. Só para resumir a ideia, segundo Tom Mueller, chefe de Propulsão da Space X, “Podem acontecer milhares de coisas quando você dá partida num foguete; e somente uma delas é boa”. 

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As aventuras de um tipo muito curioso

Até bem pouco atrás, confesso, nunca tinha ouvido falar de Richard Feynman. Mas antes tarde do que nunca; feliz em saber um pouco mais sobre essa figura única que habitou nosso planeta durante alguns anos. 

Feynman foi o ganhador do prêmio Nobel de Física em 1965 e, sob todos os pontos de vista, um gênio. Mas por que a vida de um físico teórico conhecido por sua contribuição em eletrodinâmica quântica, física das partículas, física da superfluidez e do hélio líquido, comportamento de partículas subatômicas e precursor da computação quântica haveria de ser interessante?

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