Mídia alternativa

Para mim, uma das coisas que mais fazem diferença no paisagismo de uma cidade, além do verde, é claro, são as instalações elétricas subterrâneas. Acho um verdadeiro horror aquele emaranhado de fios sujando tudo (e proporcionando oportunidades para “gatos”, tênis pendurados e curto-circuitos). Sem falar que não dá para fotografar nada, pois sempre aparece um fio se imiscuindo no seu enquadramento.

No caso de instalações subterrâneas, aqueles postes feios cheios de transformadores são substituídos por caixas na calçada. Aqui o pessoal aproveita a chance para usá-las de maneira criativa e integrá-los à paisagem.

Olha só esses dois exemplos; uma caixa foi usada por uma imobiliária (tem até suportes para as pessoas pegarem folhetos em inglês e alemão) e outra para divulgar um espetáculo.

Tem também esse restaurante que forrou o caixote como se fosse um quadro negro e está usando para divulgar as ofertas do dia; achei lindo!

Deve ter uma abertura em algum lugar para quando é necessário fazer algum tipo de manutenção. Mesmo assim, gostei bastante do resultado; e você?

4 Responses

  1. Avatar
    Pedro
    Responder
    4 setembro 2012 at 4:10 pm

    Adicionar propaganda é uma ótima ideia! Bacana e cosmopolita.
    Ligia, não tem um meio de assinar sua pagina no Facebook e poder interagir diretamente com vc e seus posts? Pq às vezes vc posta algo bacana na sua página, pede opiniões mas não tem como comentar. Quem assina só dá pra curtir. Comentar fica reservado para seus amigos. Sei que dá pra mudar pq na página da Rosana Hermann dá pra comentar mesmo só assinando.
    Beijos

    • ligiafascioni
      ligiafascioni
      Responder
      4 setembro 2012 at 5:08 pm

      Vou ver isso, Pedro! Obrigada pelo toque! Mas você pode ser meu amigo também (ainda tenho vagas….ehehehe).

      Abraços 🙂

  2. Avatar
    Clotilde♥Fascioni
    Responder
    4 setembro 2012 at 4:34 pm

    Bem legal esse do quadro negro, só que por aqui, iriam (talvez) rabiscar por cima, tipo Raul ama Railda e por ai vai… iria virar um furdunço. Talvez não, é claro.

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