User Friendly

A princípio, “User friendly: how to hidden rules of design are changing the way we live, work, and play”, (tradução livre: “User Friendly: como as regras secretas do design estão mudando a maneira como vivemos, trabalhamos e jogamos”), de Cliff Kuang e Robert Fabricant seria um livro técnico que só interessaria a designers e desenvolvedores, mas penso que todo mundo devia saber um pouquinho sobre como os objetos que usamos no dia-a-dia evoluíram do ponto de vista da amigabilidade. 

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Upstream

Quando vi o título do mais recente livro do Dan Heat (tenho resenhas de vários livros dele aqui), não pude resistir: “Upstream: how to solve problems before they happen” (tradução livre: “Rio Acima: como resolver problemas antes que eles aconteçam”). Quem não gostaria de resolver os problemas antes deles acontecerem, não é? O livro está disponível nas principais livrarias e caso for comprar online, é possível economizar ainda mais usando cupons de desconto!

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Infinitas possibilidades

Que delícia quando acontecem coincidências literárias felizes, né? Esbarrar com um livro ótimo, sem nenhuma indicação ou pista; totalmente por acaso.

Pois foi o que aconteceu com “Black Matter” (Tradução livre: “Matéria Escura”), de Blake Crouch. Estava numa livraria especializada em ficção científica (que fica ao lado de outra especializada em romances policiais; como não amar essa cidade?) quando encontrei uma estante só com livros usados em inglês. Eis que simpatizei com a capa, o título e com o resumo na quarta capa. Levei.

E não é que me dei muito bem?

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O Gigante Enterrado

Fazia tempo que eu já estava curiosa para ler Kazuo Ishiguro; depois que ele ganhou o Nobel de Literatura, em 2017, a vontade só aumentou. Achei um livro dele num mercado de pulgas, em alemão, e fiquei com medo de me arriscar, afinal, esses caras que ganham o Nobel não costumam ser fáceis. 

Daí que achei “The Buried Giant” num sebo e me senti mais confortável, pois inglês é sempre mais acessível. Olha, fácil não posso dizer que foi. Mas valeu cada sílaba.

A história se passa pouco depois da morte do lendário Rei Arthur, em que povos guerreiros da Grã Bretanha, Saxões e Bretões experimentavam uma era de paz.

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Dentro d’água

Pensa numa pessoa que tem talento para contar uma história complicada e cheia de nuances. Pois Paula Hawkins, que eu já conhecia de “The girl on the train” se superou nesse segundo romance.

Um thriller que é contado como um bordado; pouco a pouco os muitos mistérios vão se apresentando e tudo começa a fazer sentido.

Into the Water” se passa numa cidadezinha à beira de um rio no interior da Inglaterra. O curso d’água perpassa a cidade toda e tem uma parte, ao pé de um penhasco, que parece uma piscina. Nesse lugar, algumas mulheres morreram afogadas em circunstâncias misteriosas. 

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Pense novamente

Adam Grant nunca me decepciona! Depois do maravilhoso “Give and Take” e do originalíssimo “Originals“, esse ano ele lançou “Think Again: the power of knowing what you don’t know” (algo como “Pense novamente: o poder de saber que você não sabe”).

Adam começa dizendo que a inteligência tradicional é vista como a capacidade de pensar e aprender, mas, nesse mundo turbulento, outras duas tão ou mais importantes habilidades devem ser acrescentadas: repensar e desaprender.

Ele descreve o experimento feito com estudantes para os quais, depois de terminada uma prova, foi dado um tempo adicional para que eles revisassem as respostas (se quisessem). 

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Bola de luz

Como uma pessoa pode ser tão criativa, minha gente? Nunca me canso de me encantar com escritores, em especial os de ficção científica. 

O chinês Cixin Liu foi uma das maravilhosas descobertas nessa área; depois da trilogia iniciada com o “The three body problem”, fiquei curiosa para descobrir até onde vai a capacidade criativa desse moço.

No ótimo “Ball Lightning” (tradução livre e não literal: “Bola de luz”), ele desenvolve toda uma história fantástica a partir de um fenômeno físico ainda não explicado. 

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Mantenha uma distância divertida!

Vai aqui de novo mais um exemplo dessa empresa que não cansa de surpreender, a BVG, transporte público de Berlim.

Minha personal ícone da propaganda, ela sempre usa o humor de um jeito muito especial!Agora tem, em algumas estações de metrô e de trem, adesivos no chão explicando para as pessoas qual é a distância segura para evitar a contaminação por Corona Vírus, mas usando unidades de medida que os berlinenses entendem…rs

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Flow

Flow, The psychology of optimal experience” (tradução livre: “Fluxo: a psicologia da ótima experiência“), de Mihaly Csikszentmihalyi, é uma belíssima surpresa. Resultado de décadas de pesquisa sobre os aspectos positivos da experiência humana, Mihaly chamou alegria, criatividade e o processo de total envolvimento com a vida de FLOW (eu prefiro usar o termo original, sei lá por que; acho que flui mais…rs).

O bacana é que o livro não é um manual de autoajuda com dicas para ser feliz, até porque, segundo o autor, isso é impossível, uma vez que uma vida feliz é uma criação individual e não pode ser copiada como uma receita.

O que ele faz é definir alguns princípios e dar alguns exemplos de como usar esses princípios para transformar uma vida chata e entediante em uma vivência cheia de alegria. 

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Os sonhadores

Eu já havia me encantado pela obra dessa autora quando li “The age of miracles“. Pois esses dias, quando fiz a versão em audio para o podcast “Minha estante colorida“, acabei fazendo uma revisão e descobrindo que ela havia lançado um novo título em 2019. Comprei, claro.

The dreamers” (Tradução livre: “Os sonhadores”), de Karen Thompson Walker, guarda alguma semelhança com a obra anterior, e talvez por isso eu tenha gostado tanto.

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