Minha amiga genial

Fazia muito tempo que eu queria ler Elena Ferrante; só ouvi a falar bem das obras dela. Esse livro, especificamente, “Meine geniale Freundin“, mereceu até um filme e uma série na Netflix. Pois não é que encontrei o danado em edição capa dura num sebo por € 4,00?

Bem, o romance começa com a narradora, Elena, recebendo um telefonema de um homem desesperado procurando sua mãe, que sumiu sem deixar nenhuma pista. Elena é amiga de infância da desaparecida; ambas estão com 66 anos quando a história é contada. A narradora não se surpreende com o sumiço (há anos a amiga dizia que queria retirar-se do mundo sem deixar pistas) e decide escrever sobre a amizade das duas.

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Esse tal de Elon Musk

Pensa numa pessoa genial. Tipo, sei lá, Nikola Tesla. Ou Thomas Alva Edison. Imagina se fizessem uma fusão desses dois e daí nascesse um novo ser humano. Certeza que sairia um Elon Musk.

Acabei de ler a biografia dele chamada “Elon Musk: how the billionaire CEO of Space X and Tesla is shapping your future”, escrita por Ashlee Vance e estou muito impressionada. É claro que muita coisa eu já tinha conhecimento por outros canais (quem se interessa por tecnologia e inovação não tem como não acompanhar as aventuras dele), mas o sujeito é realmente especial. Mas vamos do início.

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Manual para criar viciados

Sim, é isso que você leu no título. Os autores de “Hooked: how to build habit-forming products” (tradução livre: “Viciado: como construir produtos que formam hábitos”), Nir Eyal e Ryan Hoover, pesquisaram arduamente e descobriram o que faz a gente se viciar em alguns produtos de tecnologia e ignorar outros. 

Eles lembram, por exemplo, que 79% dos smartphones são checados no máximo 15 minutos depois que a pessoa acorda de manhã cedo. E pasme: 33% dos americanos dizem que preferem ficar sem sexo do que sem seus brinquedinhos. Estima-se que, em média, as pessoas consultam seus aparelhos cerca de 150 vezes por dia! Se isso não é um vício, difícil dizer o que seria.

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Gent: surpresa maravilhosa!

Uma amiga que mora em Antuérpia já havia me dito que preferia Gent a Bruges. Hoje entendi o porquê. Bruges é linda, mas não parece de verdade; é como um parque temático com o cenário perfeito e suas hordas de turistas.

Gent também tem muitos visitantes, mas parece uma cidade de verdade, onde mora gente. O centro histórico é como uma viagem no tempo; e a viagem continua se a gente se afasta um pouco e caminha pelas ruas vazias. Peguei chuva, o sol saiu só um pouquinho e a luz não ajudou as fotos. Mesmo assim, que cidade! 

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Bruges: nem parece de verdade…

Bruges é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2000 e, olha, título mais que merecido. A cidade, nascida em 1128, é cheia de construções dos séculos XVI e XVII. Tão bem cuidada que parece um cenário de filme de época. Na verdade, fiquei mesmo foi com a impressão de que ela se transformou num parque temático, dada a quantidade assustadora de turistas entupindo todos os lugares.

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Um passeio por Leuven

É uma cidade universitária a 30 km de Bruxelas cheia de centros de pesquisa onde tive a oportunidade de passar o final de semana. Tem cafés maravilhosos, arquitetura belíssima e uma história muito interessante. Do século XI a XV, Leuven foi o centro comercial da província, e a riqueza aparece nos seus prédios, principalmente a prefeitura.

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Inovação na Ásia e na Alemanha

Hoje participei da Asia Pacific Berlin Week : Conference on Innovation, evento patrocinado por um projeto de cooperação entre os países asiáticos da costa do Pacífico e a Alemanha. 

Para quem estuda inovação há tempo, não tinha muita coisa nova, mas foi bom para ver que as informações que estou compartilhando em palestras, textos e vídeos estão perfeitamente atualizadas. 

A primeira palestra, de Ruo-Mei Chua, uma consultora baseada em Singapura, falou sobre o que as empresas precisam para continuar relevantes no mercado. Basicamente o que sempre falo nas minhas palestras sobre inovação: a ênfase na empatia e na criatividade do ser humano. Aliás, ela fechou com uma frase de Li Kai Fu que achei ótima: “Deixe os robôs serem robôs, e os humanos, humanos”. 

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As origens da frustração

Meu faro não engana. Devia ter prestado mais atenção na minha intuição, mas resolvi ignorar todos os sinais.

Meus principais critérios para escolher livros quase sempre dão certo: capa (sim, sou dessas), título, autor, editora, resenha na quarta capa, nessa ordem. Por que a capa é mais importante? 

Minha teoria (que poucas vezes me deixa na mão): se a capa é boa, significa que o designer leu o livro, gostou e se esforçou por comunicar a ideia. A editora investiu num bom profissional para fazer isso e a obra passou pelo crivo de gente competente no seu ofício.

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sobre heróis…

Estava aqui fazendo palavras cruzadas em alemão e me dei conta de como o modelo mental também é diferente.

A palavra tinha que descrever o contrário de herói (Held). Tudo o que tentei não encaixava; procurei sinônimos para vilão, bandido, criminoso, assassino… nada dava certo.

Desisti e fui fazendo as outras, até que tudo se encaixou.

O contrário de herói não é vilão. 

É covarde (Feigling).

Reflitam.