A Bauhaus vista de dentro

Nossa, só posso dizer que queria muito ter lido esse livro há alguns meses, quando ainda estava preparando um curso de história do design para a PUC/RS. Mas “The hiding game” (Tradução livre “O jogo de esconde-esconde“), de Naomi Wood, publicado em 2019, só caiu nas minhas mãos agora, e por por coincidência, pois achei-o por acaso num sebo.

O motivo do meu encanto é que o livro é sobre seis estudantes que se conhecem na Bauhaus, ainda em Weimar, em 1922. E a história deles vai se desdobrando junto com a da escola; eles se mudam junto com a instituição para Dessau e depois para Berlim, onde tudo termina. 

Paul, Charlotte, Walter, Jenö, Kaspar e Irmi passeiam pela cidade de Weimar, experimentam as inovações ensinadas na Bauhaus (aulas inteiras do professor Johannes Itten são descritas em detalhes; parece que a gente está lá), percebem a estranheza da população da cidade, extremamente conservadora, enfim, é tudo descrito de uma maneira muito imersiva.

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Tokio

Uma história cheia de segredos e mistérios do passado. Uma estudante inglesa e um professor chinês ligados por um filme. E tudo se passa em Tokio. Não tem como ser ruim.

Homo Deus

No começo, a natureza era coisa mais importante do mundo, e a religião dominante era o animismo. Depois vieram os deuses externos (o Teísmo) como principal referência para as decisões. Agora, a figura mais importante da galáxia é o Homo Sapiens, com suas religiões humanistas. Onde é que vamos parar com isso (se é que vamos)?