Sputnik sweetheart

Mais um Harumi Murakami para aquecer o coração. Como adoro ler as histórias que esse moço conta.

O título do livro, “Sputnik Sweetheart” (eles não traduziram para o alemão; apesar da versão ter sido feita diretamente do japonês, os editores optaram por deixar assim, provavelmente mantendo o original); numa tradução livre seria algo como “meu docinho Sputnik” ou “minha querida Sputnik”.

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Hologrammatica

Imagine um mundo onde tudo é luz. Explicando melhor: tudo o que a gente veria nele seria projetado holograficamente por uma rede (tipo a internet, só que de luz). Assim, em vez de enxergar a fachada descascada de um prédio, o síndico compraria uma projeção holográfica permanente que mostraria sempre a pintura intacta (podendo variar as cores, o estilo arquitetônico, enfim, tudo o que se quiser). 

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Eu, robô: um reencontro

Conheci Isaac Asimov na adolescência; era fascinada pelas histórias de robôs, planetas e galáxias distantes, outras civilizações e máquinas inteligentes. Cresci, amadureci, e esse fascínio pela tecnologia orientou praticamente toda a minha vida profissional.

Pois esses dias resolvi revisitar o velho amigo e reler o clássico “Eu, robô”. Engraçado como depois de tantos anos, a gente enxerga as coisas de um ponto de vista diferente. E o encanto aumenta ainda mais.

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Cerveja é coisa de mulher

Amanda Reitenbach, durante a cerimônia de premiação do Concurso Brasileiro da Cerveja, primeira e única competição mundial sob a liderança de mulheres. Crédito: Daniel Zimmermann

Acredito que o mundo só terá futuro se as mulheres se apoiarem mutuamente e formarem uma grande rede de suporte mútuo onde todas se sintam seguras e confiantes para seguir o que decidirem para suas vidas.

A Amanda Reitenbach é uma dessas poderosas que ousou entrar num campo tradicionalmente dominado por homens (basta lembrar que as cervejarias, pelo menos quando eu morava no Brasil, desconsideravam completamente as mulheres como consumidoras ao colocar sempre modelos sexies usando biquínis minúsculos em suas campanhas publicitárias; tomara que tenha mudado) .

Pois bem, a Amanda está fazendo história e penso que merece demais ser conhecida e apoiada. Se eu fosse você, continuava a ler o post abaixo com uma entrevista com essa linda que, tenho certeza, você também vai passar a admirar. De quebra, ainda vai aprender um monte de coisas interessantes sobre essa bebida tão antiga!

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O cérebro e a internet

Conectado pelas ideias: como o cérebro está moldando o futuro da internet”, do neurocientista Jeffrey Stibel, tem uma premissa muito interessante; a ideia central do livro é que a internet, da maneira como foi construída e está evoluindo, tem uma semelhança muito próxima ao cérebro humano. Ambos têm o processamento distribuído, conectam suas partes através de sinais elétricos e são orientados a padrões. É como se os vários computadores conectados na rede fossem neurônios unidos em um grande cabeção.

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Ponto de vista

Tudo é uma questão de ponto de vista

Esse dias, quando estava vindo para Belém, teve muita turbulência, daquelas fortes de verdade. Mas para a minha sorte e a de todos os outros passageiros, havia dois menininhos fofos a bordo.

Pois quando as sacudidas começaram, eles ficaram tão felizes que gritavam de alegria. Pareciam que estavam num tobogã! As vozes, empolgadíssimas, iam narrando os altos e baixos.

Olha, quase fiquei com pena quando veio a calmaria, pois o negócio estava realmente divertido. Não tenho medo de turbulências, pois sei que os aviões caem por diversos motivos, mas muito raramente por esse. Mas também sei que tinha gente bem preocupada e que até relaxou com a brincadeira.

Coisa boa enxergar as coisas de um outro ponto de vista. É como eu digo sempre nas palestras: às vezes a gente não consegue mudar os fatos. Mas a nossa percepção a gente sempre pode.

Sprint

Apesar de ter apenas três anos de idade, dá para dizer que “Sprint: How to Solve Big Problems and Test New Ideas in Just Five Days (Tradução livre: “Sprint — como resolver grandes problemas e testar novas ideias em apenas cinco dias“), de Jake Knapp, já nasceu sendo um clássico.

O autor, Jake, é um designer obcecado por organização e produtividade. Quando começou a trabalhar na Google, em 2007, viu a oportunidade de colocar todas as suas “manias” em prática para otimizar o trabalho das equipes. Depois de muitos experimentos práticos e refinamentos, ele desenvolveu uma técnica para resolver problemas e testar novas ideias em apenas cinco dias. E parece que tem funcionado bastante, principalmente para startups. Tanto é que, junto com os consultores Braden Kowitz e John Zeratsky, fundou a Google Ventures, que ajuda as empresas a testarem ideias. Até a publicação do livro, em 2016, o time já tinha realizado mais de 100 workshops.

Mas vamos ver como é que a coisa funciona. 

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A psicologia da viagem no tempo

Fui atrás desse livro porque li elogios de várias pessoas em todas as redes sociais que participo. Mas acho que se esbarrasse com ele por acaso, teria comprado mesmo assim. “The Psychology of time travel” (tradução livre: “A psicologia da viagem no tempo”), de Kate Mascarenhas, é o tipo de título que me fisga.

A história é muito diferente de tudo que li até hoje sob vários aspectos; mas confesso que fiquei bem irritada no começo (eu e meus infinitos preconceitos…rs). Por sorte, confiei nas recomendações e teimei em continuar.

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Trabalho de equipe

Que delícia poder fazer equipe com gente brilhante, competente e, além de tudo, querida! A ilustração feita sob encomenda para a Berlin School of Creative Leadership foi uma dessas experiências gratificantes!

A ideia era que os formandos levassem para casa uma lembrança do curso, mas com a cara de Berlim. Para isso, usei recortes digitais de fotos dos restos de grafite do trecho do muro de Berlim que ainda resta no Mauerpark, tanto no fundo como no destaque.

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Terra do nunca

Existem pessoas muito criativas, existem aquelas totalmente loucas das ideias e existe o Neil Gaiman. Gente, de onde esse sujeito tira tanta ideia?

Niemalsland (tradução livre: “Terra do Nunca“) é o primeiro romance do autor, escrito a partir de uma série que ele escreveu para a TV (que nunca assisti e nem tinha ouvido falar).

Junto com Harumi Murakami, penso que é uma das mentes mais criativas da literatura contemporânea. Escritores de ficção, de maneira geral, costumam ser bastante criativos; mas boa parte pega uma lenda ou universo que já foi pensado (tipo Harry Potter, que explora o mundo da magia) e desenvolve. Acontece também com alguns escritores de ficção científica, que partem de uma ideia já iniciada (tipo marcianos ou seres extra-terrestres) e expandem, mas dentro de princípios já mais ou menos estabelecidos.

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